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	<title>Efatah &#187; Evangelismo e Missões</title>
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	<description>Comunicação evangelística, mobilização missionária, intercessão para as nações, apoio à igreja perseguida e missões transculturais</description>
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		<title>Impacto de Carnaval na Região Serrana do Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 19:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[impacto de carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Jocum Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[A mobilização dos voluntários e doações tem sido essencial para amenizar os efeitos da tragédia vivida na Região Serrana do Rio de Janeiro. No entanto, gradativamente, nós estamos alcançando o prazo de validade da notícia e, na mesma proporção, o apoio às vítimas tem também diminuído. As doações chegam numa média de 60% a menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mobilização dos voluntários e doações tem sido essencial para amenizar os efeitos da tragédia vivida na Região Serrana do Rio de Janeiro. No entanto, gradativamente, nós estamos alcançando o prazo de validade da notícia e, na mesma proporção, o apoio às vítimas tem também diminuído. As doações chegam numa média de 60% a menos e o fluxo de voluntários não é mais expressivo como já foi nos primeiros dias.</p>
<p>Para as familias afetadas, voltar à vida normal parece ser um sonho ainda distante. Muitos vivem o drama de não saberem para onde ir enquanto seguem morando nos abrigos espalhados pelas cidades. Alguns bairros continuam sem luz, muitas ruas permanecem cobertas com o barro dos alagamentos e deslizamentos, nuvens de poeira se levantam depois do trânsito dos carros, a água ainda não é confiável e, tudo isso, junto a outros tantos fatores, expõe a população ao risco de doenças como dengue, leptospirose, etc.</p>
<p>A lista dos problemas é extensa assim como é a lista daquilo que podemos fazer para ajudar. Por isso, a Jocum decidiu então direcionar a mobilização de 2011 do Impacto de Carnaval no Rio de Janeiro para a Região Serrana. Como um prosseguimento do que já tem sido feito, o trabalho será feito nos quatro dias do feriadão dentro do que nossa ajuda for necessária na região.</p>
<p>Participe de um Impacto de Carnaval diferente! Um Impacto de Solidariedade levando esperança e compartilhando o Pão da Vida com quem, depois de tantas tragédias, tem lutado contra a dor e o sentimento de que tudo está perdido!</p>
<p>Mais Informações:<br />
Data: 05/03 à 08/03<br />
Inscrição: R$ 30,00 &#8211; Esse valor cobre a hospedagem e alimentação durante os quatro dias, mas não cobre o transporte até o local.</p>
<p><small>Fonte: <a href="http://www.jocum.org.br/noticias/impacto_rio_2011">Jocum</a></small></p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Escola de Treinamento e Discipulado para as Nações</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 16:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Eted]]></category>
		<category><![CDATA[Jocum]]></category>
		<category><![CDATA[jovens com uma missão]]></category>

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		<description><![CDATA[A organização Jovens Com Uma Missão em Blumenau é uma organização missionária interdenominacional voltada para a capacitação de obreiros ao campo missionário nas mais diferentes áreas. Seja para quem já decidiu dedicar-se tempo integral a vida missionária ou para aqueles que apenas desejam crescer mais no seu relacionamento com Deus. O início do treinamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A organização <a href="http://www.jocumblumenau.com.br">Jovens Com Uma Missão em Blumenau</a> é uma organização missionária interdenominacional voltada para a capacitação de obreiros ao campo missionário nas mais diferentes áreas. Seja para quem já decidiu dedicar-se tempo integral a vida missionária ou para aqueles que apenas desejam crescer mais no seu relacionamento com Deus. O início do treinamento e capacitação fica por conta da ETED (Escola de Treinamento e Discipulado).</p>
<p><strong>O Que é a ETED?</strong><br />
A Escola de Treinamento e Discipulado (ETED), é sua chance de experimentar vida com Deus talvez como nunca antes. É uma intensa, recompensadora e também divertida experiência de cinco meses de aprendizado – três meses de treinamento teórico e dois meses de experiência missionária prática no campo.</p>
<p>Você não apenas estuda a palavra de Deus mas descobre como torná-la real em sua própria vida, aprendendo a ouvir a voz de Deus e deixando que Ele mude seu coração. A ETED é a sua chance de intensamente buscar a face de Deus e conhecer a alegria de ter intimidade com o criador. Cada ETED pode oferecer oportunidades de práticos locais, nacionais ou internacionais.</p>
<p><strong>Porque a ETED ?</strong><br />
Por que esta é uma oportunidade de outros verem Jesus em você. Na Eted tudo gira em torno de transformação – conhecendo a Deus, aprendendo a ouvir a sua voz e sentindo a direção D´Ele em sua vida. A ETED é o curso básico da Universidade das Nações e registrada sob nº IDS 701/702.</p>
<p>O melhor de tudo é que você pode seguir adiante, para o próximo nível. Ficar e envolver-se mais com <a href="http://www.efatah.com/evangelismo-missoes">missões</a>, participando de projetos e recebendo o treinamento que ajudará você a mudar e e influenciar o mundo.</p>
<p>Através da JOCUM Brasil e da Universidade das Nações, você poder ter acesso a uma vasta gama de diferentes oportunidades de treinamento, que vão deste Etno-linguistica até Administração de Mega-campanhas Evangelísticas; de Educação até Resgate de menores em situação de risco.</p>
<p>Na Universidade das Nações o aprendizado acontece em companhia de outros, que como você estão comprometidos com o Reino de Deus em Missões. Um estilo de vida que consegue reunir compromisso, sem complicação e criatividade sem mediocridade. Alunos de várias nações se misturam compartilhando a fé e aprendendo juntos.</p>
<p><strong>O que é a Universidade das Nações ?</strong><br />
Uma Universidade Internacional, dentro de Jovens Com Uma Missão. A Universidade das Nações, reúne sete faculdades: Faculdade de Ministérios Cristãos, Ciências Humanas e Estudos Internacionais, Saúde e Aconselhamento, Comunicação, Ciência e Tecnologia, Artes e Educação. Nossa Universidade trabalha com Educação modular. Cada estudante vai acumulando créditos em cursos com duração de 03 a 09 meses.</p>
<p>Cada um destes cursos é dividido em períodos teóricos e práticos quando o estudante tem oportunidade de aplicar o que aprendeu no serviço cristão. Se ele entender que precisa cursar um outro módulo para desenvolver melhor seu ministério ele pode fazê-lo, mas caso contrário ele pode seguir o seu trabalho ministerial normalmente. Este modelo é uma opção para aqueles que desejam não apenas um diploma, mas envolvimento imediato e efetivo com o campo missionário.</p>
<p><strong>Onde acontece?</strong><br />
Local: Vila Itoupava / Blumenau / SC</p>
<p>Acesse a página &#8220;<a href="http://www.efatah.com/quem-quer-ser-um-missionario">Quem quer ser um missionário?</a>&#8221; para maiores informações e contato.</p>
<p><small>Fonte: <a href="http://www.jocumeiros.com/eted">Jocumeiros</a></small></p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Momento histórico no Haiti</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Haiti]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010. Queridos, Hoje de manhã, nós acordamos com um tremendo teste de som de um grande palco montado bem em frente ao palácio do Governo. Detalhe: era tocando só música evangélica!! Por volta de 7h da manhã as pessoas começaram a chegar. Agora são 9h30min há em torno de 100.000 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010. Queridos, Hoje de manhã, nós acordamos com um tremendo teste de som de um grande palco montado bem em frente ao palácio do Governo. Detalhe: era tocando só música evangélica!!</p>
<p>Por volta de 7h da manhã as pessoas começaram a chegar. Agora são 9h30min há em torno de 100.000 pessoas aqui na frente. Pregadores estão declarando que o Haiti pertence a Jesus, e que o Senhor é grande. O povo não para de clamar ALELUIAS! Há uma grande esperança no ar de que haverá um novo Haiti, em que o Senhor Jesus será livremente adorado! Um Haiti dedicado a Ele.</p>
<p>Ontem, o Eduardo recebeu uma palavra em Isaías 60, em que o último versículo fala que o menor virá a ser mil e o mínimo será uma grande nação, e que o Senhor fará isso prontamente.</p>
<p>Ficamos no meio do povo orando e profetizando essa palavra de Deus. Além disso, pelo que entendemos, foi o presidente do País que pediu para que o povo tivesse três dias de oração em favor do Haiti.</p>
<p>Nós sentimos que estamos fazendo parte de um momento histórico!</p>
<p>Johan, Michelle e Eduardo<br />
Equipe de JOCUM Brasil no Haiti</p>
<p>Veja mais em: <a href="http://beagablog.blogspot.com/">Jocumeiros no Haiti</a><br />
Fonte: Jocum Brasil</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>William Carey: Biografia</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[missionários]]></category>
		<category><![CDATA[william carey]]></category>

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		<description><![CDATA[Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu pobre na zona rural de Northamptonshire, no centro da Inglaterra, a 17 de agosto de 1761. Foi criado num lar anglicano e seu pai era tecelão e trabalhava num tear em sua própria casa. A infância de Carey foi rotineira, exceto por problemas de alergia que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu pobre na zona rural de Northamptonshire, no centro da Inglaterra, a 17 de agosto de 1761. Foi criado num lar anglicano e seu pai era tecelão e trabalhava num tear em sua própria casa. A infância de Carey foi rotineira, exceto por problemas de alergia que o impediram de trabalhar como jardineiro. Em lugar disso, começou a trabalhar como sapateiro. Aos dezessete anos foi convidado para ouvir uma pregação &#8220;não-conformista&#8221; e converteu-se. Aos 22 ou 23 anos dedicou-se ao estudo das Escrituras acerca do batismo e decidiu ser batizado como crente, por John Ryland Jr., no rio Nene, em 5 de outubro de 1783, tornando-se membro da igreja batista. Mesmo morando perto de Oxford e Cambridge, onde estão duas das mais famosas universidades do mundo, freqüentou a escola apenas até os doze anos. Antes dos vinte anos, casou-se com a cunhada de seu patrão, Dorothy, que era cinco anos mais velha de que Carey, e como muitas mulheres de sua classe naquela época ela era analfabeta. Os primeiros anos de casamento foram difíceis e pobres. Depois de algum tempo ele também precisou cuidar da viúva de seu falecido patrão e seus quatro filhos.</p>
<p>Apesar das dificuldades, Carey continuou estudando como autodidata e tornou-se um pregador leigo. Foi consagrado ao ministério em 1785 com a cooperação de John Ryland e Andrew Fuller, pastoreando a igreja batista em Moulton. Depois assumiu outro Pastorado em Leicestershire, na Associação de Northampton, embora mesmo ali fosse forçado a trabalhar para sustentar a família. Ainda assim ele seguiu um plano rígido de estudos no pastorado. Na segunda-feira estudava os Clássicos, e na terça-feira estudava hebraico e Novo Testamento grego, e nos outros dias preparava-se para os cultos. Durante esses anos no pastorado, sua filosofia de <a href="http://www.efatah.com/evangelismo-missoes">missões</a> começou a tomar forma, e aos poucos desenvolveu uma perspectiva bíblica do assunto, convencendo-se de que a Grande Comissão é um desafio para ganhar os povos não-alcançados para Cristo. Em 1791, depois de várias pesquisas, notou que 70% do mundo não professavam o cristianismo. Quando Carey apresentou suas idéias a um grupo de pastores batistas, um deles replicou: “Jovem, sente-se”. Quando Deus quiser converter os pagãos, Ele o fará sem a sua ajuda ou a minha “. Mas Carey não desistiu. Na primavera de 1792 ele publicou um livro de 87 páginas, intitulado Uma averiguação da obrigação dos cristãos de usar meios para a conversão dos pagãos. Em  30 de maio de 1792 pregou, numa reunião de ministros da Associação Batista em Nottingham, o famoso sermão de Isaías 54.2-3:” Esperai grandes coisas de Deus e empreendei grandes coisas para Deus “. No dia seguinte&#8221;, sob a influência de Fuller, foi votada a resolução de planejar a formação da “Sociedade Batista para Propagação do Evangelho entre os Pagãos”. Esta não foi uma decisão precipitada, pois, como Carey, a maioria dos ministros recebia um salário de fome, o envolvimento com missões no estrangeiro envolveria tremendos sacrifícios. Um maior interesse por missões, então, foi encorajado por Fuller e Carey. Andrew Fuller foi nomeado primeiro secretário e mais tarde William Carey, informado de que podia sustentar-se a si mesmo, ofereceu-se à nova sociedade para ir à Índia, sendo entusiasticamente aceito. Mas esta decisão de seguir para a Índia, com seu clima tropical, esbarrou na firme recusa de Dorothy. Eles já tinham três filhos, e mais um estava a caminho. Mas Carey estava disposto a ir, mesmo que sozinho. A primeira tentativa de embarcar para a Índia foi abortada. Esta demora, ainda que decepcionante para ele forneceu uma oportunidade para uma mudança de planos; Dorothy, que dera à luz há três semanas, concordou em ir, desde que Kitty, sua irmã mais nova, pudesse ir junto. Então, a 13 de junho de 1793, eles tomaram um navio dinamarquês e partiram para a Índia, chegando lá em 19 de novembro.</p>
<p>O começo foi bastante difícil. A Companhia das Índias Orientais tinha virtualmente o controle do país, e temia que os esforços evangelísticos de Carey diminuíssem, de alguma forma, seus lucros. Com medo de ser deportado, Carey levou sua família para morar no interior, onde passaram pobreza e grandes dificuldades. Ele teve que trabalhar o tempo todo, pois o pouco que recebia da “Sociedade&#8221; era insuficiente para seu sustento. Seu filho mais novo Peter de cinco anos, morreu de disenteria e sua esposa jamais se recuperou desta perda, ficando progressivamente deprimida e mentalmente perturbada, sendo descrita depois por colegas da missão, como “totalmente louca&#8221;.</p>
<p>Apesar desta situação traumática e de precisar estar trabalhando continuamente numa fábrica, Carey passava horas traduzindo a <a href="http://biblia.efatah.com">Bíblia</a>, e pregando e estabelecendo escolas. Em fins de 1795 uma igreja batista foi organizada em Malda, embora só houvesse quatro membros &#8211; todos ingleses! Mas era um começo. O culto, porém, atraía grandes multidões do povo bengalês, e Carey podia afirmar com convicção que “o nome de Jesus Cristo tornou-se agora conhecido nesta região”. Mas, depois de sete anos em Bengala, Carey não podia reivindicar nem um só convertido indiano. Mas ele não ficou desanimado. Em 1800, chegaram mais missionários ingleses, e para evitar as perturbações com o governo inglês eles se mudaram para Calcutá, no território dinamarquês de Serampore, e foi ali que ele passou os 34 anos restantes de sua vida. Com mais dois colaboradores, Joshua Marshman e William Watd, se tornaram conhecidos como o &#8220;Trio de Serampore&#8221; &#8211; uma das mais famosas equipes missionárias da história. Este posto abrigava dez missionários e seus nove filhos, numa verdadeira atmosfera familiar. Eles viviam juntos e tinham tudo em comum. Nas noites de sábado, eles se reuniam para orar e para dividir suas reclamações, sempre &#8220;prometendo amar uns aos outros&#8217;. Ruth Tucker diz:” 0 grande sucesso da Missão de Serampore durante os primeiros anos pode ser creditado em grande parte a Carey e seu comportamento santo. Sua disposição para sacrificar os bens materiais e ultrapassar o chamado do dever foi sempre um exemplo contínuo para os demais.”Como prova do trabalho harmonioso realizado em Serampore, foram organizadas escolas, levantou-se uma grande estrutura para o estabelecimento de uma impressora e acima de tudo, o trabalho de tradução continuava sendo feito. Em 20 anos, Carey e os seus amigos publicaram folhetos em 20 línguas e porções das Escrituras em 18. Durante seus anos em Serampore, Carey fez três traduções da Bíblia inteira (bengalês, sânscrito e maráthi), ajudou em outras, traduções da Bíblia inteira e traduziu o Novo Testamento e porções bíblicas em muitas outras línguas e dialetos &#8211; sempre refazendo-as para que fossem bem compreendidas. Carey disse ao completar uma de suas traduções: &#8220;Existem apenas dois obstáculos ao trabalho de Deus: o pecado do coração humano e a falta das Escrituras. Aqui, este último foi removido, pois o Novo Testamento já está traduzido em bengali “.  Durante os primeiros 18 séculos de história do cristianismo foram feitas 30 traduções da Bíblia. Carey, e seus companheiros de Serampore e Calcutá dobraram o número nas três primeiras décadas do século 19! Ele também escreveu dicionários e gramáticas. A evangelização era uma parte importante do trabalho em Serampore. Carey e seus amigos, até o ano de 1818, depois de 25 anos de trabalho batista na Índia, podiam contar 600 convertidos, depois batizados, e alguns milhares que compareciam às aulas e cultos. Além dos trabalhos de tradução e evangelização, Carey procurou preparar um ministério indígena. Pensava que era fútil evangelizar a Índia com missionários estrangeiros. Estabeleceu o Colégio Serampore, em 1819, que se tornou o centro de um grupo de escolas, para o treinamento de fundadores de igrejas e evangelistas indianos. A escola começou com 37 alunos, indianos dos quais mais da metade era constituída de cristãos.  Ele também se envolveu no ensino secular, tendo sido convidado para se tornar professor de Línguas Orientais no Colégio de Fort William, em Calcutá. &#8220;Tratava-se de uma grande honra para Carey, um sapateiro inculto, ser convidado para preencher tão elevada posição, a qual foi aceita com o apoio entusiasta de seus companheiros. A posição não só proporcionou uma renda muito útil aos missionários, mas também os colocou em melhor situação diante da Companhia das Índias Orientais e deu a Cárey uma oportunidade para aperfeiçoar seu conhecimento de línguas enquanto procurava responder as perguntas de seus alunos”.  Por causa de seu trabalho, Carey não podia cuidar dos filhos como necessário e sua natureza dócil impedia-o de aplicar a devida disciplina, cuja falta estava se manifestando no comportamento dos meninos. Ao falar desta situação, Hannah Marshman escreveu:  &#8220;O bom homem via e lamentava o mal, mas era brando demais para aplicar a correção eficaz&#8221;.  Mas Hannah interveio. Mas em 1807 seu filho Félix foi ordenado como missionário para a Birmânia, e em 1814 Jabez foi ordenado para ás Ilhas Molucas. Em 1807, aos 51 anos de idade, Dorothy Carey morreu. Carey sentiu-se, sem dúvida, aliviado. Ela há muito deixara de ser um membro útil da família missionária, sendo na verdade um impedimento para a obra. John Marshman escreveu como Carey quantas vezes trabalhava em suas traduções, &#8220;enquanto uma mulher insana, freqüentemente alterada ao máximo, se encontrava no quarto junto ao seu&#8230;” Depois, em 1808, ele casou com Lady Charlotte Rumohr, nascida na família real dinamarquesa e vivendo em Serampore, na esperança de que o clima fizesse bem à sua frágil saúde. Ela foi convertida pela pregação de Carey, sendo batizada por ele em 1803, e a partir daí, começou a dedicar tempo e dinheiro à missão. Carey foi verdadeiramente feliz nos treze anos em que durou o casamento, tendo se apaixonado pela primeira vez na vida. Charlotte tinha uma mente brilhante e um dom para lingüística, auxiliando Carey em seu trabalho de tradução. Ela também se aproximou dos meninos, tornando-se a mãe que eles jamais haviam tido. Ela veio a falecer em 1821. Dois anos depois com 62 anos, Carey casou-se novamente com Grace Hughes, uma jovem viúva, que cuidou dele até o fim da vida. A Companhia das Índias Orientais opôs-se ao trabalho missionário, o que acarretou reações hostis na Inglaterra. A Companhia receava perder seus lucros da escravidão. William Wilberforce (1759-1833), membro da igreja anglicana, abolicionista do tráfico de escravos e líder político no Parlamento inglês, tornou-se o campeão da causa missionária, juntamente com outros, que alcançaram sucesso em uma resolução do Parlamento a favor da liberdade dos missionários batistas na Índia, em 1813.</p>
<p>Um incêndio em Serampore destruiu muito do trabalho feito pelos missionários até 1813 &#8211; seu enorme dicionário poliglota, dois livros de gramática e versões inteiras da Bíblia. Os batistas ingleses contribuíram com 10.000 libras para a aquisição de novo equipamento.</p>
<p>Durante quinze anos a missão em Serampore trabalhou e conviveu em relativa harmonia, mas quando novos missionários chegaram, a situação mudou. Eles não se sujeitaram ao estilo de vida comunitária da missão. Um deles exigiu “uma casa separada, estábulo e serviçais”, e achavam os veteranos, especialmente Joshua Marshaman, ditatoriais. Como resultado, por causa da inabilidade do grupo mais novo, houve uma divisão, e os missionários mais novos formaram a União Missionária de Calcutá, a poucos quilômetros de seus irmãos batistas de Serampore. William Ward descreveu a situação como ”indelicada”. Mesmo os membros da Sociedade, na Inglaterra apoiaram os jovens, e por isto, em 1826, a Missão de Serampore cortou relações com a Sociedade Missionária Batista. Ele morreu em 1834 em Serampore e a seu pedido uma tabuleta simples marcou sua sepultura, com a inscrição: “Verme vil, pobre e incapaz, caio em Teus braços carinhosos”.</p>
<p>Carey estava avançado no tempo em sua metodologia missionária. O bispo anglicano Stephen C. Neill propôs um modelo hierárquico de ação em três níveis sobre a penetração do evangelho na cultura. Para ele, em primeiro lugar, alguns costumes não podem ser tolerados, tais como: a idolatria, infanticídio, canibalismo, vingança, mutilação física, prostituição, ritual etc. Em segundo lugar, alguns costumes podem ser temporariamente tolerados, tais como: a escravidão, o sistema de castas, o sistema tribal, a poligamia etc. E, em terceiro lugar, há alguns costumes cujas objeções não são relevantes para o evangelho, tais como o homem e a mulher sentarem-se separados nos cultos, costumes alimentares, vestimentas, hábitos de higiene pessoal etc. Uma outra categoria que poderia ser acrescentada entre a segunda e a terceira, trataria de assuntos onde há controvérsias entre as igrejas. Antecipando estas formulações, Carey por um lado, se opôs às práticas indianas prejudiciais, como a queima de viúvas e o infanticídio, mas em outras áreas procurou deixar a cultura intacta, jamais tentando impor sua cultura ocidental. Seu objetivo era fundar uma igreja nativa “através de pregadores locais”, fornecendo as Escrituras na língua nativa, e foi com esta finalidade que dedicou sua vida.</p>
<p>Missões não são o alvo final da Igreja, mas o culto é. O culto é o impulsor das missões, e o alvo das Missões é trazer as nações para glorificar a Deus. “Quando a chama da adoração queima pelo verdadeiro calor da real dignidade de Deus, a luz das missões brilhará até os mais remotos povos da terra”. Onde a paixão por Deus é fraca, o zelo por missões será fraco. William Carey expressou esta conexão da seguinte forma, “Quando eu deixei a Inglaterra, a minha esperança de conversão da Índia era muito forte; mas em meio a tantos obstáculos, ela viria a morrer, a menos que fosse sustentada por Deus. Bem, eu tenho Deus, e a Sua palavra é a verdade. Ainda que as superstições dos pagãos fossem mil vezes mais fortes do que são e o exemplo dos europeus mil vezes pior; mesmo que eu fosse desertado por todos e perseguido por todos, ainda assim a minha fé fixa na Palavra que não pode falhar, se elevaria acima de todos os obstáculos e venceria cada tentação. A causa de Deus triunfará&#8221;. Se Carey perseverou foi por causa da visão de um Deus soberano e triunfante. Esta visão tem de vir primeiro. Experimentá-lo na adoração precede o propagá-lo em missões.</p>
<p>Dedicado Integralmente, William Carey era um autodidata, apaixonado por lingüística botânica, história e geografia. Ele aprendeu latim, grego, hebraico italiano, francês, holandês bengali, sânscrito, marathi, outras línguas orientais. Uma página de seu diário dá a idéia de sua dedicação: Leu a Bíblia em hebraico às 5h45 para sua devoção particular, realizou o culto doméstico em bengali às 7h, leu com um intérprete um escrito em marathi às 8h, trabalhou na tradução de um poema em sânscrito para o inglês às 9h, deu uma aula de bengali na Universidade às 10h, leu as provas do livro de Jeremias em bengali às 15h, traduziu o oitavo capítulo de Mateus para o sânscrito com o auxílio de um tradutor da Universidade às 17h, estudou um pouco a língua telinga às 18h, pregou em inglês para um grupo de oficiais britânicos e suas famílias às 19h30, traduziu o nono capítulo de Ezequiel para o bengali às 21h, escreveu cartas para a Inglaterra às 23h, e antes de dormir, ainda leu um capítulo do Novo Testamento em grego. Para Carey, o que contava não era dar tempo integral à obra de Deus, mas dar dedicação integral. Apesar de não ter feito nenhum curso de primeiro e segundo graus, Carey recebeu o título de Doutor em Divindades da Brown University em 1807 aos 46 anos, e foi membro de três sociedades científicas com sede em Londres. Foi um dos poucos missionários que nunca voltou à pátria, nem para férias, nem para trabalhos especiais, nem para morrer. Teve três esposas, sete filhos e 16 netos, dos quais o último veio a falecer em 1957. O púlpito da Abadia de Westminster, em Londres, do qual se faz a leitura das Sagradas Escrituras em todas as cerimônias religiosas inclusive casamentos da família real, é dedicado a Carey. Na madeira do púlpito está escrita a maior mensagem do famoso missionário: “Esperem grandes coisas de Deus, empreendam grandes coisas para Deus&#8221;.</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Hudson Taylor: Biografia</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 15:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
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		<description><![CDATA[James Hudson Taylor, nasceu no ano de 1832, na cidade de Barnsley, em Yorkshire, na Inglaterra. Com sua família metodista, recebeu muita influência espiritual de seus pais e avós, bem como seus irmãos William e Amélia. Seu pai, um farmacista, sempre teve preocupação com a condição espiritual da China, e sempre que tinha oportunidade, realizava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>James Hudson Taylor, nasceu no ano de 1832, na cidade de Barnsley, em Yorkshire, na Inglaterra. Com sua família metodista, recebeu muita influência espiritual de seus pais e avós, bem como seus irmãos William e Amélia. Seu pai, um farmacista, sempre teve preocupação com a condição espiritual da China, e sempre que tinha oportunidade, realizava reuniões especiais para discutir como poderia ajudar aquele tão grande país.<br />
Quando Hudson tinha apenas cinco anos, ele disse ao seu pai: “Quando eu crescer serei um missionário na China”. Apesar desta afirmação, os anos de adolescência de Hudson foram conturbados, e as influências de amigos não lhe ajudaram. Porém, sua mãe e irmã não cessavam de interceder por ele.</p>
<p><strong>Conversão e Chamada</strong><br />
Em junho de 1849, aos dezessete anos, ao ler um folheto escrito pelo seu pai acerca da obra de Cristo, Hudson compreendeu o plano da salvação, e como resultado, entregou sua vida a Jesus. Neste mesmo ano, sentiu a chamada do Senhor para trabalhar como missionário na China. Ao dizer sim à chamada, começou a se preparar em todos os aspectos de sua vida, a fim de atingir o objetivo de evangelizar a China. Logo começou a aprender o Mandarim através de uma cópia do Evangelho de Lucas. Hudson também soube da grande necessidade de médicos na China, e assim começou a estudar medicina, a fim de estar preparado para o campo em que iria trabalhar.<br />
Seu treinamento médico começou na cidade de Hull e continuou em Londres. Além disso, estudou Teologia, Latim e Grego. Por saber que deveria depender totalmente de Deus para o seu sustento diário na China, Hudson muitas vezes colocava-se em situações para provar sua própria fidelidade e confiança em Deus. Enquanto estava em Hull, vivia basicamente se alimentando de aveia e arroz, e grande parte do seu salário ofertava para a obra do Senhor. Um certo dia, quando evangelizava os pobres, um certo homem lhe pediu que fosse orar por sua esposa que estava morrendo em casa. Ao chegar ali, viu uma casa cheia de crianças passando fome, e a mãe que estava muito enferma. Compadecido daquela situação, depois de orar, tirou do seu bolso a única moeda que tinha, o sustento da semana, e ofereceu ao casal. Milagrosamente, naquele mesmo dia, alguém lhe procurou e trouxe um envelope cheio de dinheiro. Esta experiência ensinou a Hudson Taylor que Deus era o seu provedor.</p>
<p><strong>Partida Para China</strong><br />
No dia 19 de setembro de 1853, com 21 anos, e associado à Sociedade de Evangelização Chinesa, Hudson Taylor partiu para a China a bordo do navio de carga chamado Dumfries. Após seis longos meses de viagem com intempéries e perigos de morte, ele chega finalmente em Xangai. Ao juntar-se com outros missionários ingleses, residentes daquela mesma cidade, Hudson notou a grande deficiência da evangelização no interior do país. Nesta época, a China estava passando por momentos tumultuosos, e Xangai havia sido tomada por rebeldes. Por isso, todos os missionários estavam nas cidades da costa, e envolvidos mais com o comércio e a política externa, do que verdadeiramente com a evangelização da nação.<br />
Ponderando tudo isso em seu coração, Hudson decidiu que haveria de trabalhar no interior da China, onde o evangelho não tinha sido levado. Assim, ele começou o seu trabalho distribuindo literatura e porções bíblicas para as vilas ao redor de Xangai, sendo uma delas Sungkiang. Ao estar no meio do povo, ele notou como as pessoas o olhavam diferente por causa de sua roupa ocidental. Sendo assim, ele decidiu adotar os costumes da terra, vestindo-se como um chinês, deixando seu cabelo crescer e fazendo uma trança, como os outros chineses. Este ato conquistou o respeito de muitos chineses, porém, para os missionários ocidentais, uma falta de senso.<br />
Em 1856, Hudson começou a trabalhar na cidade proeminente de Ningpo. Ali, se casou em janeiro de 1858 com a senhorita Maria J. Dyer, filha de missionários, porém orfã, que trabalhava numa escola para meninas. Um ano depois, Hudson assumiu a direção da Missão Hospitalar de Londres em Ningpo. Não só Deus o prosperou, como muitos dos doentes aceitaram a Jesus e se recuperaram de suas enfermidades. Ele começou a orar por mais missionários para o país.</p>
<p><strong>Volta à Inglaterra</strong><br />
Depois de estar sete anos na China, Hudson regressou à Inglaterra por motivos de saúde. Ao partir em 1860 para a Inglaterra, não imaginava que estaria seis anos longe do campo. Apesar da distância, o seu coração estava ligado à China. De frente a um mapa da nação, todos os dias ele orava, pedindo que Deus enviasse pessoas dispostas a ganhar as almas chinesas. Juntamente com o Sr. F. Gough, Hudson fez a revisão do Novo Testamento para o chinês e escreveu vários artigos sobre as <a href="http://www.efatah.com/evangelismo-missoes">missões</a> na China.</p>
<p><strong>Os Anos de Provação</strong><br />
Ao recrutar alguns missionários, Taylor viu a necessidade de ter uma missão que suportasse e direcionasse esses novos missionários no interior da China. Para este fim, é que a “Missão para o Interior da China” foi fundada. Durante o tempo que esteve na Inglaterra, enviou cinco obreiros para a China, e em 1864, Hudson pediu a Deus 24 missionários, dois para cada província já evangelizada no interior e dois para a Mongólia. Deus assim cumpriu o seu desejo, e em 26 de maio de 1866, Hudson e Maria, seus quatro filhos e os 24 missionários estavam embarcando no navio Lammermuir em direção à China.<br />
Estabelecidos em Ningpo e em Hangchow, o trabalho missionário começou a se expandir para o sul da província de Chekiang. Dez anos depois, o norte de Kiangsu, o oeste de Anhwei e o sudeste de Kiangsi tinham sido alcançados.<br />
Em um período de três anos, Hudson sofreu a perda de sua filha mais velha Gracie, seu filho Samuel, seu filho recém-nascido, e em julho de 1870, sua esposa também morre de cólera. Mesmo passando por este vale, Hudson Taylor não desistiu de sua chamada para a grande China.</p>
<p><strong>Novos Horizontes</strong><br />
Em 1871, quando voltava para visitar o restante de seus filhos que haviam sido enviados à Inglaterra, Taylor teve a oportunidade de viajar com uma grande amiga e missionária na China, Jennie Faulding, com a qual se casou em 1872 na Inglaterra. Entre 1876 e 1878 muitos outros missionários vieram dar o seu apoio no campo, vindos de todas as partes do mundo. Hudson esteve por alguns meses acometido de uma enfermidade na coluna, a qual o paralisou, porém, ainda na cama, ele conseguiu enviar dezoito novos missionários para a China. Milagrosamente, depois de muitas orações, Deus o curou e ele voltou a caminhar com saúde completa.<br />
Em 1882, Hudson orou ao Senhor por 70 missionários, e fielmente Deus proveu os missionários e o suporte para cada um deles. Em 1886, Hudson toma outro passo de fé, e pede ao Senhor 100 missionários. Milagrosamente, 600 candidatos se escreveram vindos da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda, se prontificando para o trabalho. Em novembro de 1887, Hudson anuncia alegremente a partida dos cem missionários para a China.<br />
O trabalho da Missão se espalhou por todo o interior do país, segundo o desejo de Hudson Taylor, e no final do século, metade de todos os missionários evangélicos do país estavam ligados à Missão.<br />
Em outubro de 1888, depois de haver visitado os Estados Unidos e Canadá, Hudson parte mais uma vez em direção à China, acompanhado de sua esposa e mais 14 missionários. Durante os próximos quinze anos, Hudson dispendeu o seu tempo visitando a América, Europa e Oceania, recrutando missionários para China. O desafio agora não era apenas de cem, mas de mil missionários.</p>
<p><strong>Sua Última Viagem</strong><br />
Em abril de 1905, com 73 anos, Hudson Taylor faz a sua última viagem à China. Sua esposa Jennie havia falecido, e ele tinha passado o inverno na Suécia. Seu filho Howard, que era médico, juntamente com sua esposa, decidiram acompanhar Hudson nesta viagem. Ao chegar em Xangai, ele visita o cemitério de Yangchow, onde sua esposa Maria e quatro de seus filhos foram sepultados, durante o seu trabalho naquele grande país. Após haver percorrido todos as missões estabelecidas pela sua pessoa, Hudson Taylor, estabelecido agora na cidade de Changsa, deitou-se numa tarde de 1905 para descansar, e deste sono acordou nas mansões celestiais.<br />
A voz que cinquenta e dois anos atrás havia dito a Hudson Taylor: “Vai à China”, agora estava dizendo: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco fostes fiel, sobre muito te colocarei; ENTRA NO GOZO DO TEU SENHOR!”</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>O que é a Janela 10/40?</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2004 10:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelismo e Missões]]></category>
		<category><![CDATA[janela]]></category>
		<category><![CDATA[transcultural]]></category>

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		<description><![CDATA[JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40. Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40. Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho.<br />
A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.</p>
<p style="text-align:center"><img title="janela1040_mapa" src="http://www.efatah.com/wp-content/uploads/2009/05/janela1040_mapa.jpg" alt="janela1040_mapa" width="400" height="270" /></p>
<p>Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.</p>
<p>Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.<br />
Se desejamos mudar este quadro, devemos considerar alguns fatos de muita importância:</p>
<p>O significado Bíblico e histórico &#8211; O domínio do Islamismo, do Hinduismo e do Budismo &#8211; A pobreza acentuada &#8211; A diversidade de línguas e culturas &#8211; A concentração de seitas diabólicas Países que formam a Janela 10/40<br />
ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES<br />
Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.<br />
ÁFRICA – 12 PAÍSES<br />
Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.<br />
ÁSIA – 21 PAÍSES<br />
Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.<br />
EURÁSIA – 3 PAÍSES<br />
Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.<br />
EUROPA – 4 PAÍSES<br />
Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.</p>
<p>Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé. Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho? Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos.</p>
<p>Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado.</p>
<p>No mundo ainda há dezenas de país com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários.</p>
<p>Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.</p>
<p><strong>Porque evangelizar os povos da Janela 10/40</strong><br />
- Porque ali vive o maior número de povos não alcançados pelo evangelho. Cobre 1/3 total do planeta e representa 2/3 da população do mundo. São cerca de 3,2 bilhões de &#8211; pessoas em 61 países.</p>
<p>- Porque ali está a maioria dos seguidores das 3 maiores religiões do mundo: Islamismo, Budismo e Hinduismo.</p>
<p>- Porque de cada 10 pobres na terra, 8 estão nessa região.</p>
<p>- Porque dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 estão nessa área.</p>
<p>- Porque as maiores Capitais do mundo estão nessa região. De acordo com os missiólogos, há diversidades no número de povos não alcançados pelo evangelho hoje. Para Ralph Winter, há 17 mil povos não alcançados e 12 mil línguas. David Barrete declara que são 11 mil o número total de povos não alcançados. Bob Waymire também arrola 11 mil povos diferentes no mundo. Patrick Johnstone avalia em 12.017 o total de povos não alcançados em todo o mundo. Subtraindo desse número os povos entre os quais há cristãos, missionários de fora e autóctones, restam apenas 1.200 povos a serem alcançados. Em sua perspectiva, 99% da população do mundo serão cobertos, inteiramente, com a mensagem do evangelho se ela for transmitida, no máximo, entre 400 e 500 línguas diferentes. Então concluímos que <a href="http://www.efatah.com/evangelismo-missoes">missões</a>, ainda não é um assunto sério para muitas igrejas. Enquanto templos são enfeitados e grande parte do tempo é utilizada para inúmeros programas, missões é ocasional, ainda não é assunto íntimo. O Mundo dos povos não alcançados Segundo alguns estudiosos, temos aqui algumas estatísticas:<br />
- Cada hora 10700 crianças nascem e morrem sem escutar as Boas Novas em países da Janela 10/40; &#8211; Cada hora de esforço missionário resulta em 9.800 pessoas escutando o evangelho pela primeira vez; &#8211; O resultado é a redução no mundo não evangelizado de 500 pessoas a cada hora, ou pouco mais que 4 milhões de pessoas por ano. &#8211; 9 em cada 10 países mais pobres do mundo estão na África e 8 destes são parte do mundo menos evangelizado.</p>
<p><small>Fonte: Senami</small><br />
<small>Imagem: Portas Abertas</small></p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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