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	<title>Efatah Missões &#187; Igreja</title>
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	<description>Evangelismo e Missões. Louvor e Adoração. Notícias e Música Gospel.</description>
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		<title>Submissão às autoridades</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda autoridade constituída deve ser obedecida. Existem pessoas que se submetem a uma autoridade e são rebeldes em relação a outras. A Bíblia nos ensina a sermos submissos a todo aquele que tem autoridade sobre nós. Deus trabalha dentro da visão de hierarquia(hierarquia=é uma ordenação de autoridade, em diferentes níveis, dentro de uma estrutura). Procure [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda autoridade constituída deve ser obedecida. Existem pessoas que se submetem a uma autoridade e são rebeldes em relação a outras. A Bíblia nos ensina a sermos submissos a todo aquele que tem autoridade sobre nós. Deus trabalha dentro da visão de hierarquia(hierarquia=é uma ordenação de autoridade, em diferentes níveis, dentro de uma estrutura). Procure identificar bem a hierarquia da igreja e se submeta a autoridade constituída.</p>
<p>TEXTO – RM. 13:-1-5</p>
<p>1. TODA AUTORIDADE É CONSTITUÍDA POR DEUS – RM.13:1<br />
Não existe autoridade que não venha de Deus, porque não há autoridade que não proceda Dele. Estou falando da permissão de Deus na investidura do cargo. Dn.4:17; João 19:11; Tg.1:17; João 3:27. Nenhuma autoridade existe que não tenha sua base na soberania de Deus.<br />
2. QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE A ORDENAÇÃO DE DEUS – RM.13:2<br />
Quando um filho é rebelde com os pais, ele está se rebelando diretamente contra Deus que estabeleceu os pais como autoridade sobre os filhos. Da mesma forma, um membro que se levanta contra um líder ou um líder da igreja que se levanta contra uma autoridade superior a ele. Se você aplicar o princípio bíblico de hierarquia você será abençoado.<br />
3. O REBELDE ATRAI PARA SI MESMO MALDIÇÃO OU CONDENAÇÃO – RM.13:2<br />
Rebeldia é uma atitude ilegal. Quem planta rebeldia vai colher o fruto da sua rebeldia. O rebelde sempre acaba mal. Se a rebeldia fosse uma coisa boa, o diabo teria se dado bem. Existem dois caminhos: submissão e a obediência para a bênção ou a rebeldia e desobediência para a maldição.<br />
4. TEMOS QUE ESTAR SUJEITOS POR DEVER DE CONSCIÊNCIA – RM.13:5<br />
Quando entendemos o princípio de autoridade, somos submissos não por causa do temor de sermos punidos, mas por causa da consciência que temos que toda autoridade vem de Deus, e quando estamos sujeitos às autoridades nos submetemos diretamente ao nosso Deus.</p>
<p>CONCLUSÃO &#8211; Deus é representado na autoridade, por isso nos submetemos aos nossos líderes(1ªPe.2:13; Ef.6:5). A submissão à autoridade é uma ordem de Deus, independentemente de concordância, de sentimento ou entendimento(v.1). Quando estamos sujeitos ou submissos à autoridade estamos honrando a Deus(1ºSm.2:30 “&#8230;aos que me honram, honrarei, porém, aos que me desprezam, serão desmerecidos.” Palavra de Deus ao sacerdote Eli).</p>
<p>Autor: Pr. José Pinto de Oliveira Filho</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Como estudar a Bíblia</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[I. Tenha Tempo Todos Os Dias Para Estudar &#8211; Salmos 1:2,3 A pessoa resoluta para fazer um voto de estudar a Bíblia logo verá que cumprirá esse voto. O estudo diário será fato singular e fará diferença em sua vida. Pouco a pouco o estudo vai se transformando em qualidades que você mesmo não perceberá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I. Tenha Tempo Todos Os Dias Para Estudar &#8211; Salmos 1:2,3<br />
A pessoa resoluta para fazer um voto de estudar a Bíblia logo verá que cumprirá esse voto. O estudo diário será fato singular e fará diferença em sua vida. Pouco a pouco o estudo vai se transformando em qualidades que você mesmo não perceberá até ter feito o estudo por muito tempo.</p>
<p>A quantidade de tempo a ser gasta é você deve decidir. Uma hora diária seria melhor, mas muito pode ser feito em quinze minutos. Tenha uma visão longa sobre este estudo. Talvez cada sessão de estudo não abra maravilhas para você, mas com o correr do tempo você verá que tem sido uma boa influência.</p>
<p>II. Estude Mesmo a Bíblia &#8211; João 5:39<br />
Não fique satisfeito com um simples correr de olhas pelas páginas da Bíblia. Examine-a! Leia e releia as passagens para que se aproveite a verdade que se esconde nas páginas. Examine-a! Faça perguntas e procure as respostas: O que isto significa? O que isto significa para mim? Só tem isso? Procure entendimento pelas palavras diferentes que notar. Pese cada uma. Verifique outros versículos que têm a mesma palavra. Não seja um bebê o tempo todo. Estude você mesmo a Bíblia. Você pode atingir o significado. Forme o seu próprio pensamento sobre o assunto.</p>
<p>III. Estude Pelos Tópicos &#8211; Jeremias 15:16<br />
Essa é a maneira mais simples para se estudar a Bíblia, é o método que mostra os resultados mais rapidamente. Procure estudar tópicos na Bíblia. Não isole o seu estudo em uma única parte. Veja o assunto por inteiro! Dessa maneira saberá tudo o que Deus diz sobre o assunto. Compre ferramentas para ti ajudarem no estudo, tais como: uma concordância, comentários, dicionário bíblico. Não é necessário ler um livro da Bíblia por inteiro para ter um estudo pelos tópicos. Use as ferramentas. Procure cada versículo que menciona o seu tópico; seja de cidades (Galiléia, Jerusalém, Palestina, etc.), de assuntos (oração, amor, arrependimento, lar, paciência, etc.) ou de pessoas (Jesus, Moisés, Pedro, Noé, José, etc.) e logo ficará sabendo tanto mais sobre a matéria.</p>
<p>Mas lembre-se:<br />
1. Seja Sistemático &#8211; Faça anteriormente uma lista dos assuntos que quer estudar e faça-os um por um. Inclua vários para não ficar parado sempre em um só.</p>
<p>2. Seja Completo &#8211; Não estude só uns poucos versículos. Vá até que não possa ir mais.</p>
<p>3. Seja Exato &#8211; Entenda realmente as palavras. Anote-as, use um dicionário para entendê-las. Anote o que vem antes e depois, compare outras passagens iguais.</p>
<p>4. Seja Organizado &#8211; A informação pode ser boa, mas muitas vezes precisa ser considerada de uma maneira útil. Escreva em um caderno o que aprende e o que quer aprender. Faça uma lista de perguntas e anote a resposta pelo estudo (I Coríntios 14:40).</p>
<p>IV. Estude Pelos Capítulos &#8211; Isaías 28:10-13<br />
Essa maneira de estudo é o que toma o menor tempo. Selecione os capítulos que quer estudar. Não comece por Gênesis, mas talvez João, Atos, ou Salmos. Leia o capítulo cinco vezes (uma destas vezes em voz alta). Divida o capítulo em seções e descreva a seção com um título. Anote os fatos principais na ordem que aconteceram. Anote as pessoas mencionadas e algo que aprendeu sobre elas. Anote as principais lições do capítulo (1, 2, 3,). Procure uma verdade central no capítulo e anote-a. Há um versículo chave no capítulo? Qual versículo você gostou mais? Marque-o e memorize-o. Coloque um nome no capítulo. Anote assuntos para estudos posteriores. Anote frases ou palavras para estudos posteriores. Anote as novas verdades que aprendeu através do capítulo. Anote as coisas que aprendeu, as verdades que já conhecia e viu no capítulo. O que mudou na sua vida através do estudo do capítulo?</p>
<p>V. Estude a Bíblia Pelo que Ela É, A Palavra de Deus &#8211; I Tessalonicenses 2:13<br />
Desenvolva um desejo maior de conhecer a Bíblia, mais do que por outro livro qualquer. Aceite o que Ela ensina, mesmo sem entender tudo ou concordar com todo assunto que estudou. Tenha confiança no que Ela diz. Obedeça o que aprende dEla (Mateus 7:24,25). Seja atento para ouvir a Deus por Ela. O estudo da Palavra de Deus é tempo gasto com Deus.</p>
<p>VI Estude Com Oração &#8211; Filipenses 4:6<br />
Antes de começar o estudo, ore. Durante o estudo procure a Deus pela oração. Depois de estudar entre em oração. É Deus quem explica o que vai ser estudado (I Coríntios 2:15,16). Peça graça para aceitar a verdade que não entende. Peça a graça de Deus para eliminar da mente e da crença o que não é verdadeiro. Deus é sempre presente.</p>
<p>VII. Procure Por Cristo &#8211; Lucas 24:27<br />
No estudo da Palavra de Deus procure pelo Filho de Deus em cada página. A Bíblia tem como tema central a exaltação de Jesus Cristo. Por Cristo, o Pai é exaltado sempre. Anote onde se acha Cristo.</p>
<p>VIII. Use Os Momentos Vagos &#8211; Efésios 5:16; Colossenses 4:5<br />
Em nossa vida nem sempre é fácil estudar a Bíblia, mas podemos achar tempo nas salas de espera, filas e pontos de ônibus, nos minutos vagos entre atividades (refeições, tomar um banho, etc.). Tenha uma Bíblia ou Novo Testamento, ou folha com o seu estudo contigo sempre. Lê, anote um pensamento, continue a aprendizagem.</p>
<p>IX. Grave O Que Aprender &#8211; Salmos 119:11<br />
Lembre-se da referência da verdade aprendida (o endereço dela). Anote o versículo principal e memorize-o. Ensine a verdade aprendida aos outros. Use as verdades na sua vida.</p>
<p>R. A. Torrey</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Perfil da mulher virtuosa</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mulher virtuosa]]></category>

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		<description><![CDATA[A mulher foi criada por Deus para ser auxiliadora de seu esposo – Gn 2. 18. No tempo atual, mesmo discriminada, não pelos evangélicos genuínos, ela é vitoriosa em Deus quando o serve e se submete aos seus santos desígnios. Ela não cobra o proceder dos outros, mas vive sabiamente e dá seu bom exemplo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mulher foi criada por Deus para ser auxiliadora de seu esposo – Gn 2. 18. No tempo atual, mesmo discriminada, não pelos evangélicos genuínos, ela é vitoriosa em Deus quando o serve e se submete aos seus santos desígnios. Ela não cobra o proceder dos outros, mas vive sabiamente e dá seu bom exemplo.</p>
<p>1) – EM RELAÇÃO A DEUS:<br />
a) – A mulher que teme ao Senhor, essa será louvada – Pv 31. 30.<br />
b) – Cultivando uma fé não fingida – II Tm 1. 5.<br />
c) – As santas mulheres esperavam em Deus – I Pd 3. 5.<br />
d) – Um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus &#8211; I Pd 3. 4.<br />
e) – A vida casta em temor – I Pd 3. 2.</p>
<p>2) – EM RELAÇÃO A SEU MARIDO:<br />
a) – A mulher seja sujeita a seu marido – Ef 5. 22.<br />
b) – Ela faz bem a seu marido todos os dias de sua vida – Pv 31. 12.<br />
c) – A mulher virtuosa é a coroa do seu marido – Pv 12. 4.<br />
d) – Intercede junto ao rei pela vida do seu marido – I Sm 25. 18-35.<br />
e) – Satisfaz carinhosamente os anelos íntimos de seu marido – I Co 7. 3-4.</p>
<p>3) – EM RELAÇÃO A SEU LAR:<br />
a) – Olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça – Pv 31. 27.<br />
b) – Toda mulher sábia edifica a sua casa – Pv 14. 1.<br />
c) – Ainda de noite, se levanta e dá mantimento à sua casa e tarefa às suas servas – Pv 31. 15.<br />
d) – A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa &#8211; Sl 128. 3.</p>
<p>4) – EM RELAÇÃO A SEUS FILHOS:<br />
a) – O sacrifício da mãe para gerar e dar a luz – Jo 16. 21.<br />
b) – Alegre por ser mãe – Sl 113. 9.<br />
c) – Levantam-se seus filhos, e chamam-na bem-aventurada – Pv 31. 28.<br />
d) – A mãe tem cuidado dos filhos e quer saber detalhes de seus caminhos – Lc 2. 48.</p>
<p>5) – EM RELAÇÃO A SI MESMA:<br />
a) – O traje deve ser honesto – I Tm 2. 9.<br />
b) – O adorno deve ser sóbrio, de bom gosto e sem excessos – I Pd 3. 3.<br />
c) – O cuidado com a aparência e a saúde – Et 2. 9.<br />
d) – O temor de Deus deve ter primazia sobre a formosura – Pv 31. 30.</p>
<p>6) – EM RELAÇÃO ÀS LUTAS DA VIDA:<br />
a) – Orar em vez de entrar em atrito ou desavença com outrem – I Sm 1. 5-7, 10-11.<br />
b) – Conclama as amigas para jejum (e oração) em horas de crise – Et 4. 16.<br />
c) – Persistente na busca de seus direitos – Lc 18. 2-5.<br />
d) – Busca o socorro de Jesus Cristo – Mt 15. 22-28.</p>
<p>Conclusão: As Escrituras Sagradas dão as orientações para uma mulher ser virtuosa e prudente. Maridos e filhos nunca necessitaram tanto de esposa e mãe corajosa e sábia para ajudá-los a superarem dificuldades e tentações. A mulher cristã que sabe orar e ser paciente verá sua família sendo bem-aventurada. Mesmo nas horas de angústia ela continua crendo e esperando em Deus.</p>
<p>Autor: Pr. Odair Alves de Oliveira</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>O perdão e a cura interior</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: (Sl. 139:1-18, 23-24) O salmista desejava estar com sua vida completamente sarada para seguir o caminho eterno do Senhor (vs. 23,24). Ele não queria seguir o seu próprio caminho. Guardava coisas em seu coração, que nem mesmo ele sabia com profundidade, que coisas eram essas. Mas ele tomou uma atitude correta, apresentando para Deus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto: (Sl. 139:1-18, 23-24) O salmista desejava estar com sua vida completamente sarada para seguir o caminho eterno do Senhor (vs. 23,24). Ele não queria seguir o seu próprio caminho. Guardava coisas em seu coração, que nem mesmo ele sabia com profundidade, que coisas eram essas. Mas ele tomou uma atitude correta, apresentando para Deus a sua dificuldade e pediu ao Senhor, ajuda para caminhar livre. Ele precisava de Cura Interior.</p>
<p>Muitas pessoas encontram-se com suas vidas totalmente destroçadas por causa de acontecimentos que ocorreram no passado. Durante a infância, juventude, no casamento, na família, fatos que ocorreram e que marcaram a vida dessas pessoas e marcaram toda sua história. Problemas diversos, que promovem enfermidades na alma (mente, emoções e vontade), fazendo com que as pessoas fiquem travadas na vida espiritual, pois não conseguem ter êxito nos relacionamentos, porque relacionamento em qualquer nível, mexe com a alma, com o interior. Aparecem sintomas na vida destas pessoas, que sempre vão refletir esse tipo de enfermidade interior, como por exemplo:<br />
1- Sentimentos de culpa;<br />
2- Angústia, medo, complexo;<br />
3- Falta de intimidade com Deus;<br />
4- Melindre, acusação, auto-comiseração;<br />
5- Insegurança em tudo, desconfiança, auto-defesa, agressões pessoais;<br />
6- Fobias, falta de reconhecimento de culpa, dificuldade de dizer não;<br />
7- Dificuldade de assumir o sucesso do outro, de perdoar, chantagem.<br />
8- Atração por relacionamentos afetivos com pessoas complicadas, atitudes constantes de oposição, atração sexual por pessoas do mesmo sexo, timidez.</p>
<p>São sintomas que mostram que há a necessidade de cura, cura esta, que virá com a renovação da mente. O Apóstolo René Terra Nova diz: “Cura Interior é um mover de Deus que age pela instrumentalidade dos crentes, trabalhando em questões localizadas na inserção entre a alma e o espírito, ou seja, a cura interior se passa na dimensão psicoteológica”. Têm que haver uma intervenção através de um discipulador (a), da Palavra do Senhor e do Dr. dos doutores, Espírito Santo de Deus, na alma da pessoa. Essa pessoa tem que ser levada a liberar perdão, a soltar as algemas de sua alma. Sabemos que no novo nascimento (conversão), a Bíblia diz que tudo se fez novo (II Co. 5:17), esse ‘tudo’ se dá só no espírito da pessoa, pois ela é purificada e perdoada de todo o pecado no espírito, mas a sua alma ainda possui atitudes do velho homem, e que para se renovar, precisará de tomar atitude, da Palavra de Deus, e de um discipulador que ensine essa Palavra.<br />
Se não houvesse necessidade da renovação da mente, ou cura das enfermidades da alma, seria desnecessária a ordem de Paulo em (Rm. 12:2), pois como se pode renovar aquilo que já está completamente novo? Sabemos no entanto, que há em nós muitas áreas que precisam ser revistas, sentimentos contrários àqueles nutridos pelo fruto do Espírito (Gl. 5:22), lamentações, murmurações, mágoas, rancores, ódio. Pode existir em nossa alma, muito lixo (memória consciente e inconsciente), que nos fazem mal e nos provoca enfermidades, dores, sentimentos de derrota e de culpa. Pessoas que foram abandonadas pelo pai quando criança, pessoas que sofreram injustiça, foram abusadas sexualmente, humilhadas por alguém, foram traídas, abandonadas, sofreram perdas, violência, maus tratos. Você precisa de cura meu querido (a)! Não pode carregar essas feridas na sua alma por muito mais tempo. Precisamos propiciar a catarse (vômito para fora) destas dores que nos aflige a alma, mediante a associação de outra pessoa que seja idônea e que nos ajudará seguindo os passos de cura de (Tg. 5:16).<br />
1º Passo- Confessar: Uns aos outros<br />
2º Passo- Orar: Uns pelos outros<br />
Para então: Serdes curados</p>
<p>Conclusão<br />
Vemos que é impossível haver cura interior sem a liberação do perdão. Muitos não conseguem perdoar. Você precisa dar os passos para a direção do perdão:<br />
1- Admitir o desejo carnal de vingança;<br />
2- Externar tal desejo (mas nunca ao agressor);<br />
3- Explicitar o sofrimento que gostaria de ver o agressor sentir (nunca ao agressor);<br />
4- Confessar o desejo de só querer perdoar para agradar a Deus, e não por amor ao outro;<br />
5- Repetir tantas vezes quantas forem necessárias, até perceber que do íntimo do coração já partem razões para perdoar.</p>
<p>Precisamos psicologicamente atualizar a dívida, deixar a pessoa colocar para fora a sinceridade de sua dor e seu desejo de vingança, principalmente em casos extremos de dor. No salmo 35 Davi apresenta uma oração de desabafo para Deus e traz a atualização da dívida de seus agressores. Fale com Deus, grite, desabafe, isso não é errado, vomite o sentimento que corrói a sua alma, não retenha a sua dor, coloque para fora e peça a Jesus que te ajude a perdoar com o perdão Dele, ainda que esta não seja a sua vontade, porque você não quer fazer a sua vontade mas a do Pai, repita isso até sentir que chegou na estrada, no nível do perdão (Mt. 26:39). A cura então será estabelecida em tua vida, porque o mesmo perdão que o Pai liberou sobre você no Calvário através do sangue de Jesus, te liberta quando você libera perdão. Receba o Senhor que perdoa como único Salvador de sua alma deixando que Ele te cure com o Sangue da cruz. Que Deus te abençoe!</p>
<p>Autor: Pr. Evanildo Cardoso Nascimento</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>O Batismo com o Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje pouco se fala até mesmo nos nossos cultos ,ninguém as vezes tem ousadia de chamar os não batizados para receberen este batismo vi em um culto ministrando a palavra de Deus mais de 300 crentes receberem este batismo de fogo, estava outro dia na rádio fazendo um programa derrepente o cantor que tinha convidao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pouco se fala até mesmo nos nossos cultos ,ninguém as vezes tem ousadia de chamar os não batizados para receberen este batismo vi em um culto ministrando a palavra de Deus mais de 300 crentes receberem este batismo de fogo, estava outro dia na rádio fazendo um programa derrepente o cantor que tinha convidao para estar divulgando seu Cd , Jesus batizou ele no estúdio e mais duas pessoas que estavam ouvindo a programação. Nestes dias é uma promessa para a igreja, há 3 verdades que mostraremos sobre este batismo de fogo quem sabe você ainda pode receber.</p>
<p>Texto: At 1.5 “Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.”</p>
<p>1. ELE FOI PROMETIDO ( É UMA PROMESSA PARA OS CRENTES )</p>
<p>a) Foi prometido nos dias do Profeta Joel sobre este derramamento de poder ( Joel 2.28 ) Foi predito e depois evidenciado aos discípulos.</p>
<p>b) Foi profetizado pelas palavras de Isaías ( Isaias 32.15 ).</p>
<p>c) Nas profecias de Ezequiel sobre este derramamento também ( Ezequiel 39.29 ).</p>
<p>d) Na pregação de João Batista dizendo que Ele batizaria com o FOGO .</p>
<p>2.ELE FOI RECEBIDO ( TODOS OS CRENTES PODEM E DEVEM RECEBER )</p>
<p>a) Por aqueles crentes na cidade de Jerusalém , os 120 discípulos ( Atos 2.4 ).</p>
<p>b) Pelos que receberam a palavra de Deus em Samaria ( Atos 8.17 ) Você pode receber hoje também.</p>
<p>c) Pelos varões na cidade de Éfeso quando Paulo perguntou se eles já conheciam este Batismo ( Atos 19.6 )</p>
<p>d) Também pelos parentes e amigos em uma pregação na casa de Cornélio ( Atos 10.44 )</p>
<p>3. ELE É ALCANÇÁVEL PARA NOSSOS DIAS ( Pode ser hoje o teu dia )</p>
<p>a) Basta você crer , pois Ele é para todos que crêem ( João 7.37-39 ).</p>
<p>b) Por aqueles que buscam &#8220;Lucas 11.9-13 &#8221; E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate, abrir-se-lhe-á.<br />
E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião?Pois, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? &#8211; Você quer receber mais não pede por que ???</p>
<p>c) Para aqueles que querem servir ao Mestre e ter uma melhoria espiritual .( diga agora Senhor eu quero Poder para ser uma testemunha viva do evangelho</p>
<p>d) Por aqueles que desejam trabalharem na Seara e serem capacitados ( Atos 1.8 ).</p>
<p>Conclusão : Deus ainda continua o mesmo e Ele ainda batiza com Espírito Santo. O batismo no Espírito Santo ocorre uma só vez na vida do crente e move-o à consagração à obra de Deus, para, assim, testemunhar com poder e retidão e completar nestes dias a tarefa de evangelização nesta Terra até a vinda do Senhor Jesus.</p>
<p>É tempo de buscar aqueles que não receberam e se encher mais e mais aqueles que já são batizados.</p>
<p>Autor: Pr. Luis Carlos Dicara</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>O Batismo com Fogo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[batismo]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos iniciar nosso estudo, analisando o famoso (e controvertido) texto de Mateus onde encontramos João, o Batista, declarando algo que ainda em nossos dias ressoa pelos ares e ecoam nos corações: Yo, a la verdad, os bautizo en agua para arrepentimiento; pero el que viene después de mí, cuyo calzado no soy digno de llevar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos iniciar nosso estudo, analisando o famoso (e controvertido) texto de Mateus onde encontramos João, o Batista, declarando algo que ainda em nossos dias ressoa pelos ares e ecoam nos corações:</p>
<p>Yo, a la verdad, os bautizo en agua para arrepentimiento;<br />
pero el que viene después de mí, cuyo calzado no soy digno de llevar, es más poderoso que yo.<br />
El os bautizará en el Espíritu Santo y fuego.<br />
(Mateus 3:11, na Versão Reina-Valera)</p>
<p>&#8220;Eu vos batizo com água, para arrependimento;<br />
mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu,<br />
cujas sandálias não sou digno de levar.<br />
Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.&#8221;<br />
(Mateus 3:11, na ARA)</p>
<p>&#8220;E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento;<br />
mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu;<br />
não sou digno de levar as suas sandálias;<br />
ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.&#8221;<br />
(Mateus 3:11, na ARC)</p>
<p>1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS<br />
No texto de Mateus 3:11, que ora pretendemos analisar, existem verdades subjacentes que jamais deveríamos olvidar.<br />
Por este motivo, no presente trabalho pretendemos investigar o texto em questão, com o propósito de entendermos melhor e corretamente o seu sentido.<br />
Observemos, inicialmente, que a declaração de João, o Batista, está diretamente envolvida com o verbo grego baptizo (baptizo). Este verbo aparece 76 vezes nas páginas no NT. Seus significados básicos são: &#8220;imergir repetidamente&#8221;; &#8220;imergir, para submergir (de recipientes afundados)&#8221;; &#8220;limpar imergindo ou submergindo&#8221;; &#8220;lavar, para tornar limpo com água&#8221;, entre outros.<br />
No grego clássico, o exemplo mais claro que demonstra o significado de baptizo é um texto do poeta e médico grego Nicander que viveu em aproximadamente 200 a.C. Trata-se de uma receita para se fazer pepinos em conserva. Nicander ensina que para fazer um pepino em conserva, deveria o legume ser imerso (baptos) em água fervente e em seguida mergulhado (baptizo) na solução de vinagre. Ambos os verbos (baptos e baptizo) nos interessam. Mas, observemos que enquanto o primeiro oferece-nos a idéia de um ato temporário, o segundo produz uma mudança permanente. Ou seja, a diferença básica entre eles é a que diz respeito à intensidade.<br />
Quando usado no NT, a palavra baptizo recorre com muito mais<br />
freqüência à nossa união e identificação com Cristo (e.g. Mc 16:16). Ou seja, segundo Cristo, o mero consentimento intelectual não é suficiente para a salvação. É necessário que haja uma união com Ele, uma real mudança, como o legume para o pepino em conserva!</p>
<p>2. BATISMO COM FOGO?<br />
Ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.<br />
O que, realmente, significa esta assertiva?<br />
Com toda certeza, ao longo da história da Igreja, esta frase tem sido alvo de acirrados debates.<br />
Para alguns, João estava se referindo aos terríveis julgamentos que deveriam ser infringidos por Jesus à nação judaica, quando Ele os deveria reprovar pelo pecado de O terem rejeitado. Os que assim argumentam, o fazem baseados em dois textos do AT: &#8220;E sairão e verão os corpos mortos dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror para toda a carne&#8221; (Is 66:24, na ARA) e Ml 3:2,3, na mesma versão: &#8220;Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas&#8221;.<br />
No entanto, a interpretação mais plausível para a declaração ora analisada, sem dúvida alguma, é aquela que estabelece o relacionamento entre o que João declara aqui e o cumprimento desta declaração no Pentecostes. No texto inspirado, encontramos a declaração: &#8220;Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem&#8221;. (At 2:1-4, na ARC).<br />
É importante salientarmos, que das 421 ocorrências de “fogo” (versão ARC) nas páginas das Escrituras Sagradas, a maioria delas vincula o fogo como sinal visível da presença e do poder de Deus, embora, de fato, segundo a linguagem bíblica, o fogo também esteja associado á purificação (e.g. Mc 9:49).<br />
No entanto, nas páginas do NT, o Espírito Santo está intimamente associado à idéia de fogo, como fica claramente demonstrado no texto de Atos 2, onde Lucas narra o episódio do Pentecostes.<br />
Assim, podemos concluir que João, o Batista, ao referir-se ao batismo “com fogo”, sem dúvida alguma estava se referindo, inspirado pelo mesmo Espírito, àquela experiência poderosa, tremenda, transformadora, impulsionadora que ocorre na vida daquele que permite que o Espírito Santo o encha sem medida (cf. Jo 3:34). Existe aqui uma clara distinção entre ser batizado com o “Espírito Santo” e ser batizado também “com fogo”. Prova indubitável desta verdade, é que no texto grego de Mt 3:11 aparece a conjunção grega kai, que não significa apenas “e&#8221;, mas que pode significar &#8220;também&#8221;, &#8220;até mesmo&#8221;, entre outros. Portanto, este “batismo&#8221; pode ser definido como uma imersão profunda e tremenda na imensurável graça de Deus e no poder de Seu Espírito, que nos capacita a viver acima do trivial, que nos outorga poder extraordinário para testemunhar (cf. a expressão grega parresia &#8211; parresia &#8211; &#8220;coragem&#8221;, &#8220;confiança&#8221;, &#8220;ousadia&#8221;). É, por assim dizer, a concretização do vaticínio profético de Ezequiel:</p>
<p>&#8220;Depois disso, me fez voltar à entrada da casa,<br />
e eis que saíam umas águas de debaixo do umbral da casa,<br />
para o oriente; porque a face da casa olhava para o oriente,<br />
e as águas vinham de baixo, desde a banda direita da casa,<br />
da banda do sul do altar. E ele me tirou pelo caminho da porta<br />
do norte e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até a porta exterior, pelo caminho que olha para o oriente;<br />
e eis que corriam umas águas desde a banda direita.<br />
Saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados e me fez passar pelas águas,<br />
águas que me davam pelos tornozelos.<br />
E mediu mais mil e me fez passar pelas águas,<br />
águas que me davam pelos joelhos;<br />
e mediu mais mil e me fez passar pelas águas,<br />
águas que me davam pelos lombos.<br />
E mediu mais mil e era um ribeiro, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas,<br />
águas que se deviam passar a nado&#8230;&#8221; (Ez 47:1-5).</p>
<p>Ao lermos o texto de At 2, podemos perceber, claramente, que na vida dos que estavam reunidos no cenáculo esta promessa cumpriu-se de forma maravilhosa: foram mergulhados no poder do Espírito de forma tão intensa que a reação de alguns dos que acorreram ao lugar em que estavam, foi a de concluírem imediatamente tratar-se de embriaguez, haja vista a &#8220;inundação&#8221; que invadira aqueles tímidos crentes agora revestidos de poder (cf. At 2:12-15)!<br />
Resta-nos, finalmente, a recomendação de Paulo aos crentes de Éfeso: &#8220;E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito&#8221;. (Ef 5:18).</p>
<p>Autor: Pr. Lázaro Soares de Assis</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Dons e Poder do Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[dons]]></category>
		<category><![CDATA[poder]]></category>

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		<description><![CDATA[As obras miraculosas do Espírito Santo estão em operação desde a criação, quando Deus ordenou “Haja luz”, A sua presença criativa é o caminho do poder criador de Deus. Agora como a nova criação dos atos redentores de Deus é a parceira contemporânea dos seus atos criadores, o mesmo Espírito Santo está presente como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As obras miraculosas do Espírito Santo estão em operação desde a criação, quando Deus ordenou “Haja luz”, A sua presença criativa é o caminho do poder criador de Deus. Agora como a nova criação dos atos redentores de Deus é a parceira contemporânea dos seus atos criadores, o mesmo Espírito Santo está presente como o caminho dos dons e poder redentor, As suas primeiras obras surgiram vinculadas com a palavra de Deus (quando ele confirma a sua veracidade e promessa) e com a declaração do Evangelho de Jesus, a luz do mundo, Deus, ainda hoje, faz fluir os dons e poder através dos instrumentos humanos receptivos á sua ação.</p>
<p>1.A profecia do dom de línguas (e:11-12)<br />
V-11 por que, por lábios estranhos e por outra língua, falará a este povo.<br />
V-12 ao qual disse: Este é o descanso, daí descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir.<br />
Isaías profetizou a experiência espiritual do falar em línguas conhecidas e desconhecidas.<br />
O apóstolo Paulo afirmou que a predição de Isaías sobre o falar em várias línguas conhecidas e desconhecidas seria uma profecia a ser cumprida na igreja.</p>
<p>2. A Pessoa do Espírito Santo (Jo14:16-17)<br />
V-16 E eu rogarei ao Pai, e ele vós dará outro consolador, para que fique convosco para sempre.<br />
V-17 O Espírito da verdade que o mundo não conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e esta em vós.<br />
O Espírito Santo, que opera como Consolador para a igreja, não é impessoal. Ele possui todas as características de uma personalidade. (AT 2:4)</p>
<p>3. O Batismo do Espírito Santo (AT 2:4)</p>
<p>V-4 E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.</p>
<p>O livro de Atos dos Apóstolos fornece os relatos de casos de pessoas que eram cheias ou recebiam o batismo no Espírito Santo. (Atos 2:4; 8:14-25; 9:17-20; 10:44-48; 19:1-7)<br />
A obra do Espírito Santo</p>
<p>No Princípio<br />
o . Ativo presente na criação, pairando sobre condições desordenadas (GN 41.38).</p>
<p>No Antigo Testamento<br />
. A origem de habilidades sobrenaturais (GN 41.38)<br />
. O doador de talentos artísticos (EX 31.2-5)<br />
. A fonte de poder e força (Jz 3.9-10)<br />
. A inspiração da profecia (1Sm 19.20,23)<br />
. Mediador da mensagem de Deus (Mq 3.8).<br />
Nas Profecias do antigo Testamento<br />
. A purificação do coração para uma vida santa (Es 36.25-29)<br />
Na Salvação<br />
. Traz convicção (Jô 16.8-11)<br />
. Regenera o Crente (T 3.5)<br />
. Santifica o Crente (2Ts 2.13)<br />
. Habita completamente no Crente (Jô 14.17; Rm 8. 9-11)<br />
No Novo Testamento<br />
. Comunica a verdade espiritual (Jo14. 26; 16.13; 1Co 2.13-15)<br />
. Glorifica a Cristo (Jô 16.14)<br />
. Reveste de poder para a proclamação do Evangelho (At 1.8)<br />
. Enche os Crentes (At 2.4)<br />
. Derrama o Amor de Deus no coração (Rm 5.5)<br />
. Permite que os Crentes caminhem em santidade (Rm 8.1-8; Gl 5.16-25)</p>
<p>. Faz intercessões (Rm 8.26)<br />
. Comunica dons para o ministério (1Co12. 4-11).</p>
<p>. Fortalece o ser interior (Ef 3.16)</p>
<p>Na Palavra Escrita<br />
. Inspirou as Sagradas Escrituras (2Tm 3.16; 2Pe 1.21)</p>
<p>4.Línguas como um Sinal (At 10.46)</p>
<p>As línguas funcionam como um sinal de presença e habilidade do Espírito Santo.<br />
v- 46 Porque os ouviam falar em línguas e magnificar a Deus.</p>
<p>A experiência de “glossolalia” funciona como um sinal do Espírito Santo, afirmando a presença permanente e garantindo ao crente um testemunho vivo e marcante.</p>
<p>5. Recebendo o batismo do Espírito Santo (At 19.2)</p>
<p>.Esta passagem levanta a questão referente ao receber o Espírito Santo depois de ter crido em Cristo.<br />
v-2 disse –lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.<br />
- O Apostolo Paulo ao chegar a Éfeso, encontra um grupo de discípulos (indicação evidente de que eram cristãos verdadeiros, batizados) cujo conhecimento sobre o Espírito Santo era imperfeito. Seus mestres conheciam alguns fundamentos do cristianismo mediante o contato com João Batista, mas aparentemente não tinham conhecimento de pentecostes. Dessa forma, esses discípulos haviam sido batizados no batismo de João. Isso indica que sua. Experiência de conversão fora acompanhada do conhecimento de que uma experiência mais<br />
Completa com o Espírito Santo haveria de chegar Mt. 3.11, mas sem perceber que ela já.</p>
<p>Havia chegado At. 2.1-4. Paulo contorna a situação rebatizando-os na água único relato do gênero no NT. E guiando-os a uma experiência mais completa com o Espírito Santo v.6.<br />
A plenitude do Espírito é demonstrada por seu falar em línguas e por profecias, um paralelo óbvio ao dia de Pentecostes.</p>
<p>6. Nomes/ símbolos do Espírito Santo (Rm 8.2,9, 15).<br />
Muitos nomes e símbolos são dados ao Espírito Santo nas Escrituras.<br />
V-2 Porque a lei do Espírito de Vida, em Cristo Jesus me livrou da lei do pecado e da morte.<br />
V-9 Vós porem não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.<br />
V-15 Porque não recebeste o espírito de escravidão, para, outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos Aba, Pai.</p>
<p>.O Espírito Santo recebe vários nomes e símbolo diferente nas escrituras. Neste capítulo, ele é designado como o Espírito de vida (v2).<br />
. O Espírito de Deus (v9).<br />
. O Espírito de Cristo (v9).<br />
. O Espírito de Adoção (v15)</p>
<p>OS DONS DE MANIFESTAÇÃO DO ESPIRITO SANTO ANALISADOS</p>
<p>Comumente dividimos em três grupos esses dons:</p>
<p>- DONS DE SABER – Sabedoria, ciência e discernimento de espírito, 1Co 12.7- 10.<br />
Manifestam a sabedoria de Deus.<br />
- DONS DE PODER&#8211; Fé, curas e maravilhas, 1Co 12.9,10.<br />
Manifestam o poder de Deus.</p>
<p>- DONS DE INSPIRAÇÃO &#8211; Profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas, 1Co 12.10. São dons que expressam a mensagem de Deus.</p>
<p>7. Os dons do Pai para você (Rm12. 6-8).<br />
. Dons que estão disponíveis para ministrar ás necessidades do corpo e para ampliar o testemunho.<br />
V-6 De modo que tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se for profecia, seja ela segundo a medida da fé.<br />
V-7 se é ministério, seja em ministrar, se é ensinar, haja dedicação ao ensino;<br />
V-8 ou o que exorta, use esse don em exortar, o que reparte faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado o que exercita misericórdia, com alegria.</p>
<p>O dom é colocado na igreja como recursos para serem utilizados em momento de necessidade para o ministério no corpo. Esta passagem revela os dons do Pai, concedido a cada pessoa como uma forma de proporcionar o objetivo de cumprimento na vida.</p>
<p>8. Os dons do Espírito Santo para você (1Co 12.8-10,28)<br />
. Dons que estão disponíveis para ministrar ás necessidades do corpo e para ampliar o testemunho.<br />
V-8 Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência:<br />
V-9 e a outro pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar.<br />
V-10 e a outro, a operação de maravilha; e a outro, a profecia; e a outro, os dons de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.</p>
<p>V-28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedade de línguas.</p>
<p>. É importante que não negligenciamos os dons dados a cada membro do Supremo Deus. Descobrir os dons que o Pai criou em nós não deve ser substituído por nossa disponibilidade sincera de operar em qualquer um dos nove dons do Espírito Santo listados aqui, á medida que ele-de acordo com sua vontade-os distribui através da igreja.</p>
<p>9. Os dons que Cristo dá (Ef 4.11)<br />
. Dons que estão disponíveis para ministrar ás necessidade do corpo e para ampliar o testemunho.<br />
V-11 E ele deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.<br />
Distinguir entre os dons de Rm12. 6-8(do Pai), os dons de 1Co12.8-10 (Espírito Santo) e os daqui, que são explicitamente dados por Cristo, o filho(v.8), é essencial para se compreender todo o objetivo dos dons</p>
<p>10. Amor: o fator qualificador (1Co13. 1)<br />
. A base de todos os dons é o amor; os lideres precisam verificar se aqueles que exercem dons o fazem por amor.<br />
V-1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.<br />
. Paulo explica a absoluta necessidade da caridade (Vs1-3); define a essência da caridade em 14 de suas característica (Vs 4-7); e contrasta as perfeições eternas da caridade com as imperfeições temporais dos dons (Vs8-13).</p>
<p>1Co13. 4-7 A caridade ou Amor é sofredora, tendo paciência com pessoas imperfeitas. A caridade é benigna, ativa em fazer o bem. A caridade não é invejosa; visto que não é possessiva e não competitiva, na verdade, ele quer que as outras pessoas continuem. Alem disso, não trata com leviandade. A caridade tem uma qualidade de auto descrição; não é ostentosa. A caridade não se ensoberbece, tratando os outros com arrogância; não se porta com indecência, mas demonstra boas maneiras de cortesia. A caridade não busca seus interesses, insistindo nos seus próprios direitos e exigindo precedência; pelo contrario é altruísta. A caridade não se irrita, não é irascível ou melindrosa, rude ou hostil, mas é amável quando está sobre pressão. A caridade não suspeita mal; não mantém uma soma de maldades cometidas contra ela; ao invés disto, apaga ressentimento. A caridade não folga com injustiça, encontrando satisfação nos defeito dos outros e disseminando um relatório ruim; pelo contrario, ele folga com a verdade, proclamando agressivamente o bem. A caridade tudo Sofre, defendendo e suportando as outras pessoas. A caridade tudo crê, creditando-lhes boas intenções e não desconfia. A caridade tudo espera, nunca abandonando as pessoas, mas afirmando seu futuro. A caridade tudo suporta, perseverando e mantendo-se leal até o fim.</p>
<p>12. Um chamado á integridade (Gl5. 22-23).<br />
. O fato de estarmos cheios do Espírito Santo nos chama tanto a vida íntegra como á atividade carismática.<br />
V-22 Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.<br />
V-23 Contra essas coisas não há lei.<br />
. Estar cheio do Espírito Santo nos chama tanto para o caráter quanto para a atividade carismática. O fruto do Espírito Santo deve crescer em nossas vidas da mesma forma que seus dons</p>
<p>a- Amor – Do grego “Ágape”. O amor encabeça a lista gloriosa do fruto do Espírito, porque Deus é amor, 1 Jo 4.8 necessariamente, o maior destes é o amor, 1Co 13.13.<br />
No grego-temos quatro palavras traduzidas por amor:<br />
- Ágape: È o amor Divino.</p>
<p>- Eros: Amor erótico.<br />
- Storgé: Amor familiar.<br />
- Philêo: Amor entre amigo.</p>
<p>Alegria – Do grego “Chara”. Trata-se da alegria de viver, gozo da vida.</p>
<p>b- Paz – Do grego “Eirene’. No hebraico paz é “Shalon”. Comumente, paz é entendida como ausência de guerra e de problemas. No sentido bíblico, paz significa tudo quanto contribui para o bem do homem, tudo o que faz como ávida seja verdadeiramente vida.</p>
<p>c- Longaminidade – Do grego “Makrothumia” Esta palavra deriva de dois vocábulos grego:<br />
- Makros: Grande, longo.<br />
- thumos: ânimo ou disposição.</p>
<p>Temos assim a palavra magnanimidade, que significa “grandeza de coração”. Longanimidade significa paciência. A longanimidade e a bondade são a marca da autêntica vida cristã, 2Co 6.6.</p>
<p>e- Benignidade – Do grego “Chrestotes” . Significa ternura, gentileza. A benifinidade cristo é bela e amável, e o seu encontro provém do fato de que ela significa tratar os outros do modo que Deus nos tratou.</p>
<p>f- Bondade – Do grego “Agathosunê” . Significa fazer o bem sem querer retribuição. É a generosidade que brota do coração benigno.</p>
<p>g- FÉ – Do grego “Pistis”. È a base da crença e da totalidade do nosso relacionamento com Deus mediante Jesus Cristo.<br />
h- Mansidão-Do grego “Prautes”. Significa brandura, cortesia, È a virtude nas quais nossos relacionamentos conosco mesmos e com o próximo podem se tornar perfeitos e completos.</p>
<p>i- Temperança &#8211; Do grego “Egkrateia”. Significa domínio próprio, autocontrole.</p>
<p>13- Benefícios da oração no espírito (Jd 20)<br />
O uso das “línguas” em devoções particulares visa a edificação pessoal.</p>
<p>V-Mas vós, Amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,<br />
Judas exorta seus leitores a se edificarem com a doutrina apostólica (ver nota no v.3) que diz. Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligencia acerca da comum salvação, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos Santos. Uma parte vital de seu crescimento espiritual é orar no Espírito Santo. Tal oração inclui a oração na própria língua da pessoa conforme sugerido pelo Espírito (ver Rm 8.15)<br />
Porque não recebeste o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos, Aba, Pai. Orando com gemidos “inexprimíveis “ Rm 8.26 E da mesma</p>
<p>Maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por</p>
<p>(Nós com gemidos inexprimíveis) e orando em uma língua desconhecida aquela que está orando. (ver 1Co 14.4,14) O que fala em línguas estranha edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. V14 &#8211; Porque, se eu orar em línguas estranhas, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.</p>
<p>14- O contesto Pentecostal /Carismático (1Co 14.1-40)<br />
O amor é o fundamento dos dons, a integridade é a chave para a sua preservação piedade.</p>
<p>Zelo, Ter zelo por arder de desejo, prosseguir ardentemente, desejar ávida ou intensamente, Negativamente, a palavra está associada á forte inveja e ciúme (At 7.9; 17.5; 1Co 13.4; Tg 4.2).</p>
<p>Este texto coloca os dons do Espírito em uma sólida base de amor e invoca a integridade como a chave da preservação do lugar sagrado do santuário e da dignidade do culto de adoração. Esta passagem permite que as diretrizes controladoras dirijam os cultos no contexto biblicamente sensível pentecostal/carismático.</p>
<p>A vida da igreja no novo testamento deveria ser abençoada pela presença do dom de profecia. Como Paulo declara aqui ao amor como nossa busca primária, a profecia deve ser bem acolhida para a “edificação, exortação e consolação” da congregação – corporal e individualmente (v.3). Tais estímulos mútuos é profecia, são palavras, no sentido da Bíblia, que usa as próprias palavras de Deus, mas no sentido de palavras que somente o Espírito Santo leva á mente.<br />
A prática do dom de profecia é um propósito da plenitude do Espírito Santo (At 2.17). Ela também cumpre a profecia de Joel (Jl 2.28) e a esperança expressa por Moisés (Nm 11.29).<br />
A operação do don da profecia e estimulada por Pedro (1Pe $.11). e Paulo diz que esta dentro de cada potencial de cada crente (1Co 14.31). É encarada como um meio de ampla participação entre a congregação, beneficiando-se mutuamente uns aos outros com palavras ungidas e carinhosas de edificação, discernimento e afirmação. Tal profecia pode<br />
Fornecer um discernimento de modo que os corações se humilhem em adoração a Deus, de repente ciente do conhecimento do Espírito dele da necessidade e prontidão para responder (1Co 14.24-25). Uma profecia como<br />
Esta também é um meio pela qual são incitadas e proporcionadas a visão e a expectativa, e sem as quais as pessoas podem tornar-se passivas ou negligentes (1Sm 3.1, Pv 29.18, At 2.17). Existem diretrizes específicas para a operação desses dons, bem como para todos os dons do Espírito Santo, para garantir que um dom suplanta o exercício de outros ou usurpe a autoridade da liderança espiritual. Além do mais, tal profecia é subordinada ao fio de prumo da eterna palavra de Deus, a Bíblia&#8212; o padrão pela qual toda expressão profética da igreja deve der julgada (1Co 14.36-33).<br />
BIBLIOGRAFIA</p>
<p>BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida em português por João.Ferreira de Almeida, Edição Revista e corrigida 1995 pela Editora Sociedade. Do Brasil.</p>
<p>MINIDICIONÁRIO DA LINGUA PORTUGUÉSA, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Editora nova Fronteira.</p>
<p>CHAVE BIBLICA, Edição Revista e atualizada no Brasil da Tradução de.<br />
João Ferreira de Almeida, Sociedade Bíblica do Brasil 1970</p>
<p>SERMÕES E ESTUDO BIBLICO, Autor Raimundo de Oliveira CPAD.</p>
<p>AS MENSAGENS QUE PREGUEI, Autor Roberto De Carvalho , Editora karis Ltda.</p>
<p>Dicionário de Escatologia<br />
Dicionário de Teologia</p>
<p>. BÍBLIA THOMPSON EDITORA, CPAD.</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Dons do Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 10:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores problemas que uma igreja pode enfrentar, sem dúvidas, é quando uma liderança não se posiciona em relação a ondas e excessos doutrinários. Em dias de extremos, ora na avalanche neo-pentecostal que o Brasil vem sofrendo, ora no efeito avestruz (que enterra a cabeça alheio ao o que acontece no mundo exterior), o recheio da igreja vai cada dia ficando mais insípido (no que se refere ao homem, nunca ao Espírito Santo).</p>
<p>Se por um lado o medo aliena, o liberalismo extrapola. Qual será, então, o ponto de equilíbrio, o meio termo? – A Bíblia. Que aliás, não é meio termo, mas termo absoluto.<br />
Para se abordar o assunto dos dons é preciso verificar o propósito e a necessidade deles e quais as suas conseqüências registradas na Bíblia e na história secular. Entender o que são dons passageiros (ou temporais) e dons permanentes. Usaremos tais definições, apesar de não bíblicas quanto a terminologia; porém corretas quanto ao significado.<br />
O que são os dons? Quais são os dons para nossos dias? Teriam alguns dons cessado? Por que? Essas são algumas perguntas que, geralmente, têm surgido nas mentes dos crentes. Este breve estudo pode servir não como a resposta definitiva, mas, humildemente, como uma introdução; algo como o sentir o gostinho de se aprofundar em um assunto, tendo momentos prazerosos retirados de um imenso mar de bênçãos que é o estudo bíblico.<br />
Neste compêndio, tomamos posições. Nunca tivemos a pretensão de esgotar o assunto por aqui. Porém, ao final de todo estudo realizado, sobre qualquer assunto, requer-se considerações no mínimo relevantes, sejam elas pró ou contra. Essas considerações firmam as posições tomadas para tudo em nossas vidas, dia após dia. Não que sejam eternamente imutáveis, sim, que não sejam esquecidas, ou pior ainda, negligenciadas. Se as páginas a seguir não trouxerem respostas, que ao menos fomentem o desejo de prosseguir, por si só, em busca das verdades contidas, como que tesouros, na palavra de Deus.<br />
Boa leitura.</p>
<p><strong>PARTE I<br />
O QUE SÃO DONS ESPÍRITUAIS</strong></p>
<p>“Mas a cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do dom de Cristo.<br />
&#8230; E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres,<br />
tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;<br />
até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo”<br />
Efésios 4: 7; 11-13</p>
<p>Para começar, nada melhor que uma citação bíblica para ajudar a compreensão desta palavra. O dom, presente ou “qualquer talento potencializado pelo Espírito Santo, usado no ministério da igreja”1 para propósitos espirituais e para contribuição singular no corpo de Cristo, está presente nas páginas do Novo Testamento, ora como descritivo ora como pessoas desempenhando uma atividade. Em resumo compreendemos que dom é uma capacitação como que especial que Deus dá àqueles que têm nascido de novo. Vimos, no texto citado acima, que os dons são dados conforme a medida do Dom de Jesus e que há uma finalidade específica nessa doação, a qual falaremos mais à frente.<br />
Há na Bíblia descrição de dons que parecem “naturais” (ensino, pregação, etc.), assim como dons “miraculosos” (curas e línguas), os quais trataremos logo mais na questão de permanência destes dons na igreja, em nossos dias. Muitos têm também confundido talento natural, paixão ou estilo pessoal com dons espirituais que o Senhor é quem dá. Há muitos que buscam o dom como que se pudesse tomá-lo à livre escolha, porém a palavra orienta que o dom é dado conforme o querer do Senhor, distribuído pelo Espírito Santo (Efésios 4:8).<br />
Ainda em nossos tempos, vemos as pessoas tentando dar atribuições a esses dons que não conferem com a descrição bíblica. Como, sinal de plenitude do Espírito Santo, sinal de salvação e outras. Geralmente, ao se confundir um talento natural com um dom, é perfeitamente possível alguém em plena carnalidade, ocupar o lugar no púlpito, falar com toda eloqüência, mas sem nada ter a ver, aquele momento na carne, com o Espírito Santo. Por isso o propósito dos dons não pode ser confundido. Se é assim, temos visto que o significado dos dons não tem sido bem compreendido.<br />
Concluindo, o dom não é um talento especial, como por exemplo aprender a tocar um instrumento de difícil aprendizado, como o piano, em pouquíssimo tempo – se bem que Deus tudo pode. É uma capacitação para desempenhar mecanismos de edificação para a igreja, do ministério e para edificação pessoal: “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo” ( Efésios 4:11 a 13). Não se apropria de um dom, pois que esse é distribuído pelo Espírito Santo: “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer” (I Cor 12:11), referindo-se à distribuição dos dons. Compreende-se, à luz dos textos citados, que o dom é dado por Cristo e distribuído pelo Espírito Santo. Um talento natural, ou paixão por alguma área, são capacitações naturais, já se nasce com elas; porém, o dom espiritual, é dado ao nascer de novo, o nascimento espiritual, pela palavra de Deus, o qual Jesus instruiu o mestre Nicodemos (João 3). Ninguém que não tenha passado pela experiência do nascer de novo, pode ter um dom espiritual legitimamente dado por Deus.<br />
Por causa do desconhecimento do assunto, muitas igrejas têm aceitado erros e mais erros doutrinários, alguns muito sérios, em nossos dias. Há a necessidade de abordar o assuntos com clareza e posicionamento. Ficar em cima do muro, sem posição teológica, não irá contribuir para a edificação do corpo, a igreja, nem muito menos para edificação pessoal, onde o propósito é parecer, refletir, a cristo para esse mundo perdido.</p>
<p><strong>PARTE II<br />
QUAL FOI O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS</strong></p>
<p>“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;<br />
até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo ,do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor”.<br />
Efésios 4:11-16</p>
<p>Como vemos, na melhor explicação: a bíblica, os dons são dados visando o bem comum do corpo de Cristo. “Deus concede os dons espirituais para melhor servirmos uns aos outros. Uma grande prova do uso correto dos dons espirituais é o resultado que redunde na glória de Deus e na edificação do outros (I Co 12:7) “2. Vemos, no texto citado, que Deus trata de forma intrigante dois temas: A singularidade, onde cada crente é habilitado ou capacitado para um serviço específico no corpo de Cristo, ou seja é nomeado um membro (parte) desse corpo e com a nomeação recebe a habilidade e capacidade para desempenhá-lo (cf.: I Co 12:7, 11, 18). O outro tema é a diversidade, na qual vemos Deus planejando as diferenças nomeando cada um para um lugar específico e diferente (I Co 12:8-10). Paralelamente entendemos que é propósito de Deus que sejamos como uma moeda, quanto a sua dupla face: A igreja tem um mesmo propósito, age por um mesmo motivador, o Espírito Santo, segundo Sua vontade, mas, ao mesmo tempo, cada um singularmente tem sua própria função e área de desempenho. Paradoxalmente as crentes são iguais porém diferentes.<br />
Ainda no texto de Efésios, vemos que há um propósito especial: Ele (Jesus) designou&#8230; deu dons, com a finalidade de preparar os santos para a obra do ministério&#8230; para que o corpo de Cristo seja edificado&#8230; até que&#8230; alcancemos a unidade da fé e o conhecimento do filho de Deus&#8230; cheguemos à maturidade&#8230; atingindo a medida do filho de Deus&#8230; para que&#8230; não mais sejamos como crianças&#8230; levados por ondas, jogados de lá para cá por ventos de doutrina&#8230;astúcia de homens que induzem ao erro&#8230; antes&#8230; seguindo a verdade em amor&#8230; do qual todo corpo bem ajustado&#8230; unido&#8230; cresce e edifica-se a si mesmo em amor&#8230; na medida em que cada um realiza sua função (veja tabela na página 14). Em suma, Jesus ao subir deu essas funções especiais para que a igreja seja equipada, preparada, treinada para desempenhar o ministério que cabe a ela (evangelizar, visualizar a presença de Deus na terra, testemunho do Deus vivo); também é propósito dos dons que todos sejam um só na fé, ensinados na doutrina dos apóstolos, em tudo que o Senhor Jesus ensinou a respeito dEle mesmo e das outras coisas; e ainda, Deus se preocupou em fornecer, através dos dons, um mecanismo de crescimento que leva a maturidade (plenitude de Cristo) ou seja, através dos dons, Cristo estará pleno na igreja, logo o crente será totalmente cheio de Cristo. No v.16, todo o corpo ajustado e unido, cresce e edifica a si mesmo em amor, na medida que (quando) cada parte realiza sua função. Podemos então dizer que, quanto ao propósito, se os dons são negligenciados, não há a plenitude de Cristo na igreja local. Se não há pastores e mestres que ensinem, pelo Dom do Espírito Santo, a doutrina de Cristo, Ele não está pleno na igreja; se a igreja não evangeliza, não pode estar plena de Cristo. Sem a presença dos dons, não há como haver plena edificação, pois este é o modo que Deus estabeleceu. Este é o propósito dos dons.</p>
<p><strong>PARTE III<br />
A NECESSIDADE DOS DONS NA IGREJA PRIMITIVA</strong></p>
<p>“Então chegaram a ele os fariseus e os saduceus e, para o experimentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu”.<br />
MT 16:1</p>
<p>Desde os primeiros homens chamados, da parte de Deus, para testemunharem ou mesmo para realizarem alguma obra em especial, sempre Deus os autenticou através de sinais. Assim foi com Abraão, ao dar um filho fora de época; com Moisés, entre tantos outros, abrindo o Mar Vermelho; Elias, quando desceu fogo do céu e consumiu o holocausto; e muitos outros que poderiam ainda serem citados. Os sinais tornaram-se a maior marca autenticadora de um ministério vindo de Deus. Os Judeus durante sua jornada de fé tornaram-se igualmente caçadores de sinais vindos de Deus, acerca do que fazer, aceitar e estabelecer.<br />
Foi assim na época do Velho Testamento. Porém este faz-se o pano de fundo para se começar a entender os dons no Novo Testamento. A existência de falsos mestres, falsos escritos e falsas doutrinas não são registradas apenas na época neo-testamentária, infelizmente, isso vem de muito mais tempo atrás. Muitos erros foram evitados pelo simples fato de não haver comprovação do destino celestial. Os próprios textos apócrifos são a melhor prova disso. Sem conter as autenticações que validariam estes textos como sendo, de fato, inspirados, foram simplesmente desprezados, quanto a canonicidade, porém aceitos como históricos, ou fontes de informação extra.<br />
Assim o foi na Igreja primitiva. Os sinais são um porção marcante nas páginas do Novo Testamento. Em Atos, vemos uma seqüência incrível desses tais sinais: A descida do Espírito Santo, homens falando em línguas antes não dominadas, conversões imensas, curas, previsões, transformações instantâneas de vidas&#8230; seriam muitos os sinais a citar aqui. Porém, o que se pode referir é que Deus operava sinais maravilhosos aos olhos de todos, afim de que não houvesse dúvida de que Ele mesmo é quem estava por trás daqueles inegáveis fatos. Concorda com essas afirmações o testemunho de Nicodemos, ao se achegar, à noite, ao Senhor: “Este foi ter com Jesus, de noite, e disse-lhe: Rabi, sabemos que és Mestre, vindo de Deus; pois ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele” (Jo 3:2). Em verdade, muitos sinais acompanharam as vidas dos apóstolos e seus discípulos.<br />
A partir desse comentário, passemos a observar dois pontos a respeito da necessidade dos dons na igreja primitiva:<br />
1.Os sinais: Curas, milagres, ressurreição da morte, línguas, exorcismo, etc. A igreja era recém nascida. A promessa do Senhor, uma vez cumprida (MT 16:18), cheirava a novo. Os Judeus da época crucificaram Jesus por causa de sua pregação. Não aceitaram os sinais que o acompanhavam. Não aceitariam, de igual modo, a pregação da igreja, uma vez que pregavam a mesma mensagem do Mestre. Logo se levantariam também contra ela. Porém Deus, ainda assim, lhes oferece mais sinais, para que creiam (MT 10:8), apesar de muitos dos sinais de maravilhas serem dados exclusivamente aos 12 apóstolos alistados (MT 10:2-8), também outros discípulos o receberam (I Co 12:28). Os sinais, porém, segundo o verso citado, vinha junto de uma mensagem: “o Reino dos céus está próximo” (MT 10:7). Os sinais vinham confirmando a mensagem pregada. E aos que não eram apóstolos, os dons de socorro, governo e variedade de línguas, eram muito úteis para um povo (igreja) perseguido, para se organizarem na ausência dos apóstolos ou mesmo para testemunharem, em sinais, a presença de Deus.<br />
2.A profecia: O último profeta na qualidade de Velho Testamento foi João Batista. Os profetas do Novo Testamento foram homens capacitados a falar dos mistérios de Deus revelados naqueles dias. Pedro começou a revelar esse mistério quando no pentecostes bradou: “Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel” ( Atos 2:16), ao explicar porque aqueles homens demonstravam uma atitude, sinal, tão estranho ou diferente. Homens como Pedro, Paulo e outros, entendiam a lei e os profetas como que por ação de Deus e muito estudo também. O fato é que os fariseus da época também eram grandes estudiosos da lei e dos profetas, mas por que não podiam compreender? Porque não tinham aquela capacitação de Deus acerca das escrituras. Na verdade, bem poucas pessoas tinham. Como entenderiam por si só, aquelas coisas agora feitas por Deus? Através dos dons de profecia, que não só podiam ver e prever as coisas de Deus, mas conseguiam trazer à compreensão os mistérios da palavra de Deus já escrita. A função básica dos profetas dessa época era trazer ao conhecimento público as revelações que Deus, na plenitude dos tempos, permitiu vir aos homens. Paulo confirma ao dizer: “mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado” (I Co 13:10), referindo-se a algo ( a Bíblia perfeita), não a alguém (Cristo), essa qualidade de profecia, sinal, seria aniquilada, deixaria de existir a medida que as revelações desses profetas fossem compiladas e o cânon fechado. Eis a revelação perfeita, a Bíblia (Hb 1:1 e 2).<br />
3.Serviço: Os dons, segundo Efésios 4, trazem edificação. Em uma hora de revelação dos mistérios de Deus, muitas seriam as doutrinas de desvio da verdade. Era preciso um serviço qualificado por Deus para que os crentes não se perdessem nas falsas doutrinas. Para que os crentes fossem preparados para o ministério e edificação da igreja, em uma só fé no Filho de Deus e na Sua doutrina que revelava o conhecimento dEle próprio. Afim de proporcionar maturidade, a plenitude de Cristo. Graças a esse plano de Deus, a igreja ,vitoriosa, chegou até nossos dias. Graças a verdade de Deus, sua palavra perfeita, ela cresceu naquele que é a sua própria cabeça, Cristo. A igreja primitiva em seus vários dons temporais ou permanentes, teve em Cristo a cabeça de um corpo bem ligado, onde cada um em sua função edificou o corpo em amor, o amor de Cristo. Essa, sem a menor sombra de dúvida era uma necessidade vital da igreja.<br />
Dessa forma entendemos as necessidades da igreja primitiva. Tendo levado em conta seu contexto histórico e pré-histórico; seu contexto contemporâneo, político e social. Dessa forma conseguimos entender que os dons foram dados pelo cabeça da igreja, Cristo, aquele que tudo sabe, para o serviço e edificação do corpo, a igreja. Conforme a necessidade da igreja, o seu provedor todo poderoso há de trabalhar. Temos, então, que compreender que as necessidades da igreja primitiva não são as mesmas da igreja de hoje em dia. Hoje não temos uma igreja em perseguição, muito pelo contrário, no brasil e no mundo há muito pouca perseguição se comparado com a atual abertura que o mundo hoje tem para o evangelho3. Temos hoje, também, uma revelação já completa, a Bíblia, o que nos supre a necessidade de uma revelação especial vinda diretamente da parte de Deus. E por fim, a igreja está estabelecida e reconhecida mundialmente, ainda que com sérios erros da parte dos homens, o que não deixa lugar para sinais e prodígios da mesma qualidade dos acontecidos na época da igreja primitiva. Hoje o maior sinal e milagre que o mundo, se quiser, pode contemplar é a regeneração de um indivíduo, morto em seus delitos e pecados. Antes um caído pecador sem motivos nem razão, depois um servo de Deus, qualificado para contribuir com a causa da razão de sua existência, em verdade. Refeito e restaurado para que o mundo saiba que Deus vive, e lhe separa um povo exclusivamente para si.</p>
<p><strong>PARTE IV<br />
LISTA DOS DONS E SUAS RESPECTIVAS CLASSIFICAÇÕES</strong></p>
<p>Muitos têm sido os dons alistados pelos autores de obras que se propõem a tratar o assunto. Primeiro vamos alistar os dons que encontramos na Bíblia de uma forma geral, depois vamos dividir esta listagem em três partes:<br />
1.Dons gerais<br />
2.Dons temporais<br />
3.Dons permanentes</p>
<p>1. Lista geral dos dons</p>
<p>I Co 12:28 – Apóstolo, Profeta, mestre, milagres, socorros, administração e línguas.<br />
I Co 12: 8 a 10 – Palavra da sabedoria e conhecimento, fé, curas, milagres, profecia, discernimento de espíritos, línguas, interpretação de línguas.<br />
Efésios 4:11 – Apóstolo, profeta, evangelista, pastor-mestre<br />
Romanos 12: 6 a 8 – profecia, serviço, ensino, encorajamento, contribuição, liderança, misericórdia.<br />
I Co 7:7 – Casamento, celibato<br />
I Pedro 4:11 – Todo aquele que fala, todo aquele que serve (abrange vários dons).<br />
Êxodo 31:3 – Artesanato<br />
I Tim. 2:1 a 2 &#8211; Intercessão<br />
Salmo 150: 3 a 5 – Comunicação criativa<br />
Podem, dependendo do intérprete, ser alistados ainda: aconselhamento, exorcismo, mártir e pobreza voluntária.</p>
<p>Neste trabalho, há o cuidado de se notar que tudo que foi alistado acima, é referenciado como um dom. De fato assim se encontra descrito na Bíblia. Porém nós sabemos que há dons que foram dados para uma tarefa em especial, não necessariamente tendo de serem dados novamente hoje, conforme já posto aqui. Se não onde estão os homens dotados de força descomunal, como que de dez ou mais homens, a exemplo de Sansão; ou ainda quantos irmãos conhecemos que já matou um leão com as próprias mãos ? E um urso? Nem todos são como Davi, não é mesmo? Muitos têm talento suficiente para ornamentar uma igreja em um dia de festa ou casamento, e deixarem tão bela que os olhos mal podem acreditar. Com certeza não seria preciso que Deus desse o Dom de artesanato para tal. Cremos que se Deus tem o propósito, tudo é possível a Ele. Porém, nem tudo desse possível é para todos ou é coletivo.<br />
A partir dessa definição, de que nem todas as funções que aparecem qualificadas como dons na Bíblia são dons permanentes, assim como o lembrando o capítulo onde vimos o propósito dos dons na igreja primitiva, passemos então a dividir os dons alistados acima em categorias.</p>
<p>a. Serviço</p>
<p>Socorro, administração, palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, discernimento espiritual, serviço, ensino, encorajamento, contribuição, liderança, misericórdia, fé, casamento, celibato, aquele que fala/serve, comunicação criativa, intercessão, aconselhamento, exorcismo, mártir, pobreza, artesanato.</p>
<p>b. Função</p>
<p>Apóstolo, profeta, evangelista e pastor-mestre.</p>
<p>c. Sinais</p>
<p>Milagres, curas, línguas, profecia, interpretação de línguas.</p>
<p>Uma vez alistados e divididos por categorias, temos uma visão geral dos dons, suas particularidades, significado conforme a forma de operação e seus periféricos. Passando adiante, vejamos as classificações desses dons.</p>
<p>2.Os dons temporais</p>
<p>Tratando agora de especificações, a lista geral dos dons deve ser desprezada e substituída por uma lista já bem menor. São os dons temporais e permanentes. Falaremos em primeiro lugar dos dons temporais:<br />
. Apóstolado<br />
. Milagres<br />
. Curas<br />
. Línguas<br />
. Profecia<br />
. Interpretação de línguas<br />
Ao citarmos o Dom de milagres, obviamente ninguém diria que os milagres são temporais, afirmamos que temos crido que Deus pode todas as coisas, efetua quando e quantos milagres o desejar, porém como forma de dons, só mesmo se for passageiro. Não se conhece alguém que o tenha como dom permanente. Milagres o tempo todo acontecem, porém como algo certo ou como alguém que domine essa “arte”, nada há na palavra de Deus que comprove tal coisa. O mesmo entenda-se quanto a curas. Quem não conhece alguém que já provou uma cura maravilhosa de Deus? È um conforto saber que Deus pode faze-lo, porém quando quiser, há endereços de pessoas que dizem poder curar, porém, certamente não da parte de Deus, não como Dom permanente.<br />
Ao citarmos a profecia, nos referimos ao Dom do profeta “roé”4, do Velho Testamento. Adivinho, revelador de segredos outrora ocultos, desvendador de mistérios ou vidente. Mesmo ainda, aquele profeta que Deus se achegava a ele, alistava a uma missão especial que podia até mesmo durar o resto da vida (como Jeremias). Profetas que ouviam de Deus e anunciavam, solitários no serviço, a todo o povo ouvinte.<br />
Esses dons, de acordo com o propósito do Novo Testamento, tinham de desaparecer. Os motivos são claros e já bem definidos: Os sinais já não tinham razão de ser, pois a igreja já caminhava alheia a aceitação ou não de quem a via. Não havia mais a necessidade dos sinais. Ao correr dos anos, as cartas neo-testamentárias viravam documentos de poder e autenticação em lugar dos dons de sinais. A profecia já não faria sentido, uma vez que tais cartas contendo toda revelação de Deus circulavam em grande êxtase pelas igrejas da época. Verifica-se tudo isso ao relevar que ao passar dos anos, o relato bíblico fala cada vez menos da permanência desses dons sinais, enquanto ao mesmo tempo os relatos mais antigos, inclusive dos dias do Senhor, são altamente recheados com narrações desses maravilhosos milagres e sinais. Com o passar do tempo os dons de sinais deveriam cessar.</p>
<p>3.Os dons permanentes</p>
<p>Uma boa parte dos dons alistados na categoria serviço, estão em permanência nos dias de hoje. Efésios 4, diz que os dons são para a edificação da igreja. Há muito trabalho a fazer para que a igreja seja edificada. São os dons permanentes:<br />
. Profeta (entenda-se o pregador, proclamador da palavra de Deus)<br />
. Evangelista<br />
. Pastor-mestre<br />
Temos acima as funções e baixo o serviço a desempenhar:<br />
. Administração<br />
. Serviço<br />
. Ensino<br />
. Liderança<br />
. Misericórdia<br />
. Fé<br />
. Intercessão<br />
. Exortação, aconselhamento<br />
. Socorro<br />
. Amor<br />
Desta forma temos crido. Os dons permanentes tem por objetivo levar os crentes a uma maturidade espiritual, levar a igreja a gozar da plenitude de Cristo. Maturidade que é organizada, onde cada um tem sua parte a contribuir por necessidade. Onde o ensino da verdade é uma segurança contra falsos mestres. A liderança busca a vontade de Deus e dirige a todos para lá. A igreja se importa uns com os outros, o dedo mindinho quando com uma unha encravada faz o corpo todo mancar. Faz a igreja toda interceder, clamar a Deus por sua recuperação, aos faltos de sabedoria e instrução existe conselho e bom ânimo para continuar a caminhada. E, se cair, a igreja está prepara para socorrer aquele que assim quiser. Tudo isso, funcionando bem só pode demonstrar uma coisa: Amor. Deus demonstra seu amor para com seu povo, ao dar os dons para os homens. Os homens demonstram amor a executar os dons em edificação mútua. Essa é a igreja do Deus vivo, àqueles que quiseram ver e ouvir. Com certeza nunca jamais em coração natural humano entrou sequer uma gota daquilo que Deus tem preparado para aqueles que se dispuserem a amar esse Deus maravilhoso.</p>
<p><strong>PARTE V<br />
CONCLUSÃO</strong></p>
<p>A dificuldade de se achar material que aborde o tema profundamente é, talvez, a maior testemunha da freqüência de inúmeros erros doutrinários que se encontram hoje nas igrejas dos nossos dias. De fato o assunto é controverso para muitos. Liberais tudo aceitam de acordo com suas próprias, as vezes forçadas, interpretações da Bíblia. Já os hiper tradicionais caem no erro da omissão, por tamanho medo de errar. Os extremos seja de que lado for estão sempre igualmente errados. Este compêndio não tem a mínima intenção de esgotar o assunto nem muito menos calar os controversos, mas limita-se a por as claras algo que parece coerente com mais rica fonte: A Bíblia. Se teólogos não se afinam quanto a um resultado comum, o melhor sempre é recorrer a Ela.<br />
Na nossa conclusão dizemos apenas que os dons são presentes ou capacitações especiais que Deus deu a igreja conforma seu propósito e conforme a necessidade dela. Em cada tempo da história vimos Deus fazendo o mesmo, conforme a época da história, seu relacionamento e revelação progressiva. Entendemos que com o passar dos anos, cada época teve sua particular necessidade. Vemos nas dispensações como Deus se relacionou com seu povo e ao mesmo tempo a necessidade do homem em cada era. Se temos nisso uma verdade unânime, então pensamos se Deus iria estabelecer uma só forma de tratamento indiferente as necessidades contidas no desenrolar dos seus planos. Deus não é Deus de confusão, logo, que sentido faria haver dons que hoje simplesmente não há a menor necessidade? Se Deus não é homem para que minta, por que diria que os dons de sinais desapareceriam conforme a vinda daquilo que é perfeito, a palavra de Deus? Cremos que a Bíblia está completa e perfeita? Então não podemos crer que revelações extra bíblicas são verdadeiras. Cremos que a igreja de Jesus Cristo está firmada e estabelecida, então não precisamos de sinais para testificar isso. Cremos que o Senhor pode todas as coisas? Então por que afirmar que Ele tem de faze-lo através de pessoas? Não teria Ele mesmo poder para fazer isso diretamente? Nós temos crido que sim.<br />
Deus deixou uma tarefa para a igreja. Pregar, ensinar e batizar. Esse é o propósito da igreja. Para tal é preciso a igreja trabalhar. È preciso que haja ensino abundante, homens e mulheres profundos conhecedores das riquezas contidas na palavra de Deus. É preciso que alguém se levante e organize, lidere, anime, cuide, esforce, ore, aconselhe, se importe, abra os olhos da fé e ame esse povo. Esse é o propósito dos dons. Egoísmo, glória própria, soberba, carnalidade, engano, indiferença e conformismo não entram nos planos dos dons para a igreja. As portas do inferno não prevalecerão contra ela, prometeu o Senhor.<br />
Nos dias atuais, os dons soam como erro doutrinário. Muitas coisas são tituladas como dons, deixando o propósito preeminente para trás. A edificação do corpo é o que há de fazer a igreja caminhar triunfante porque é a manifestação de Cristo na terra.<br />
- Que Deus nos ajude a entender melhor, ensinar e viver os dons para os nossos dias; e a fazer a obra do ministério, afim de que a plenitude de Cristo na igreja seja incontestável por todos. Amém.</p>
<p>Paulo S. Santos</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>As Bem Aventuranças</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 09:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[BEM-AVENTURADOS OS POBRES Nestas palavras não há canonização da pobreza como fonte de valores e de virtudes. Os pobres são bem aventurados não porque sejam os melhores, mas porque, carentes de outros bens, poderão ter mais facilidade em acolher o dom do Reino. Os pobres, ao carecerem de apoio neste mundo, só lhes resta por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BEM-AVENTURADOS OS POBRES<br />
Nestas palavras não há canonização da pobreza como fonte de valores e de virtudes. Os pobres são bem aventurados não porque sejam os melhores, mas porque, carentes de outros bens, poderão ter mais facilidade em acolher o dom do Reino. Os pobres, ao carecerem de apoio neste mundo, só lhes resta por sua confiança em Deus. O pobre bíblico é exatamente o contrário do rico: estes põem sua salvação nos bens deste mundo. Se somente os pobres desfrutaram do banquete (Lc 14,16-24), não foi porque eram mais virtuosos, mas porque não tinham motivos para deixar de participar.<br />
Os pobres de espírito puseram seu ideal não no desprendimento dos bens terrenos, e sim na submissão voluntária e alegre à vontade de Deus. Eles, desde agora, possuem o reino porque têm Jesus como sua única riqueza.</p>
<p>A BEM AVENTURADOS OS MANSOS</p>
<p>Esta Bem-Aventurança é um aspecto da humildade que se exerce sendo amáveis em nossas relações para com o próximo. É a forma mais delicada do amor, da Caridade, que é paciente e serviçal, que não é egoísta, que tudo escusa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Todavia, a mansidão não é somente suavidade. A verdadeira mansidão, que é reflexo de cristo, é penetrada de fortaleza, e nada de comum tem com a covardia ou indiferença, mas é verdadeira escola de martírio. A força verdadeira da mansidão é a do homem capaz de correr o risco de ser considerado fraco, porque tem para todos, inclusive para si mesmo, entranhas de misericórdias.</p>
<p>BEM AVENTURADOS OS QUE CHORAM</p>
<p>Às vezes, a existência do religiosos é marcada por tristeza singular, que o não-crente não pode compreender. Por um lado vê que com Jesus Cristo começou um mundo novo que tende para sua plenitude definitiva. Por outro, vê com mais claridade do que os outros homens que o mundo que o rodeia está submerso em atmosfera de pecado e de ausência de Deus. Se vivemos o compromisso cristão e não levamos vida superficial, não podemos permanecer indiferentes, mas estaremos aflitos e tristes ante à destruição que o príncipe deste mundo opera na vida dos homens. Esta aflição gera o desejo pelo mundo vindouro, e uma alegre e segura espera pêlos bens do mundo futuro. Assim, a aflição vai de mãos dadas com a alegria que gera a esperança dos novos céus e da nova terra.</p>
<p>BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA</p>
<p>Fome e sede são o vazio apto a ser preenchido pela fartura de Deus. A nova justiça, a do reino dos Céus, chama-se santidade, e significa cumprir a vontade plenamente a vontade de Deus. E não podemos guardá-la para nós mesmos. Esta justiça-santidade tem dimensão individual e social, pois a chave de toda mudança social é o homem. As estruturas, as formas de vida e as leis não têm eficácia por si mesmas. poderão ser uma ajuda, mas é o homem que deve mudar para assegurar a transformação social que deseja. Não podemos transformar o mundo sem pôr de nossa parte o esforço e o sacrifício indispensáveis para nos tornarmos melhores. Jesus cristo, ao unir indissoluvelmente o amor de Deus ao amor ao próximo, estabeleceu no coração do homem as bases da mudança social mais profunda e mais radical que a história conheceu.</p>
<p>BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS</p>
<p>A misericórdia preside a história da Salvação: a redenção nada mais é do que a misericórdia total (2 Cor 1,3). Realmente a história da Salvação é a revelação da misericórdia divina. É o grande mistério escondido desde o começo dos séculos e das gerações (Cl 1,26). Entre a misericórdia de Deus e a misericórdia dos homens há de haver relação muito especial (Veja Mt 18,35). Aos misericordiosos, que não ousam julgar os outros segundo os seus próprios critérios, mas usa do amor divino, Jesus Cristo ofereceu-lhes a mais bela recompensa. Capacita-os a abraçarem largamente a misericórdia divina, de modo a não serem condenados quando comparecerem perante o justo tribunal de Deus.</p>
<p>BEM-AVENTURADOS OS DE CORAÇÃO PURO</p>
<p>O coração é o centro da vida interior, onde encontram sua sede todas as forças psíquicas e espirituais do homem. Nele se radica sua escolha fundamental por Deus. Às vezes se concretiza esta bem-aventurança na castidade, mas ela não é somente isto, embora a inclua. Pureza de coração equivale a retidão de intenções. Opõe-se à duplicidade e ao farisaísmo. Puros de coração são os que as disposições internas sincronizam com a ação externa. São puros os que têm o coração não dividido, os sinceros, leais, sem artifícios. Os que servem a Deus e aos homens por amor a Deus, de todo o coração, embora sejam julgados, criticados, ou tidos por tolos. Os que servem sem cálculos, sem fingimentos. A pureza de coração consiste assim na perfeita coerência entre o interior e o exterior. A cidade deste mundo, apesar de sua bela aparência, rapidamente é transformada, por isso é melhor ter os olhos fixos na cidade que nos espera, sem dividir o coração com coisa alguma deste mundo. Assim, é que os puros de coração adquirem grande sabedoria, e não somente vêem a Deus, mas nele, Deus se vê. Neste mundo a experiência da visão de Deus é fruto da contemplação cristã. É a Bem-Aventurança dos contemplativos.</p>
<p>BEM-AVENTURADOS OS QUE CONSTROEM A PAZ</p>
<p>Para os judeus, a paz significa mais do que a concórdia entre os homens. Ela consiste num estado de felicidade e plenitude a que aspira o homem desde o mais profundo do seu ser. Jesus cristo, que sempre viveu envolto nesta paz, no-la deixa como herança (Jo 14,27), com a condição de que como ele também vivamos neste mesmo estado de abandono confiante nas mãos do Pai. Aqui está a grandeza original de Jesus e dos cristãos: poder viver no meio dos malogros e tempestades com a alma plena de serenidade e calma, poder ser profundamente felizes vivendo no meio das adversidades. Esse é o fruto mais saboroso do sentir a Deus como Pai amabilíssimo e do viver confiantemente abandonados em suas mãos benditas. É preciso compreender também que esta Bem-Aventurança não se refere a uma disposição interior, mas sim a uma atividade que visa o benefício dos outros. “Eironopoios” é o que faz a paz. não se trata de simples disposição de ânimo, e sim de ação. Essa Bem-Aventurança é de ação. É de irradiação para o exterior. A paz constroi-se à medida em que se ama. E aquele que ama se torna igualmente Filho de Deus (Mt 5,44-45).</p>
<p>BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO PELA JUSTIÇA</p>
<p>O privilégio não está em seus sofrimentos, mas na causa pela qual os suportam: Jesus Cristo. Os primeiros cristãos estavam persuadidos de que professando a fé em Jesus Cristo e vivendo esta fé, se chocariam com o ambiente pagão. Desde o começo sabiam que tornar-se cristão significava entrar em comunhão com Cristo perseguido. Sentiam até solidariedade profunda com a Paixão e Morte do Senhor, mas unidos a Ele conservavam sua confiança em Deus no meio das tribulações, e esperavam o prêmio definitivo de participar da sua Ressurreição. Hoje, os cristãos que vivem no mundo estão submetidos igualmente à lei do sofrimento por causa de Cristo e de sua justiça. Em muitos países os cristãos são perseguidos, torturados, martirizados por suas convicções religiosas. E nos países onde a liberdade religiosa é oficialmente reconhecida, os cristãos que procuram viver fielmente sua religião são, às vezes considerados como gente atrasada, ingênua e rara. O cristão que não dá motivo a semelhantes reações negativas ao seu redor, deveria questionar-se se sua adesão a cristo é autêntica. Mas a dor pela dor não tem sentido cristão O sofrimento cristão pressupõe a inserção de nossa dor na dor de cristo e a sensação profunda de triunfo que está na essência do cristianismo: “Sofremos com Cristo para ser glorificados com Ele” (Rm 8,17). A nossa vinculação à sua pessoa e à sua missão é a melhor garantia de nossa entrada no Reino de Deus.</p>
<p>Ana Carla Bessa</p>
<br /><strong>Efatah.com</strong><br />]]></content:encoded>
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