A Arca da Aliança

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Depois que Deus tirou o povo de Israel do Egito, Ele desejou Se tornar o Deus deles ter comunhão com eles, para proteger e os abençoar habitando no meio deles.

Mas por causa do pecado, Deus não pôde habitar no meio deles, por isso disse para construir um lugar santificado onde não há pecado.

“E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles. Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.” (Êxodo 25:8-9)

Mesmo o pecado que se multiplicou dentre o povo, Deus tinha conforto de habitar no tabernáculo. A primeira coisa que Deus mandou fazer dentre os utensílios foi a arca.

“Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura.”(Êxodo 25:10)

A arca do testemunho é um dos utensílios mais importantes do tabernáculo, alguém escreveu que: “se observarmos o significado espiritual da arca, na Bíblia em Inglês está escrito que arca é ‘Ark’.

E no Antigo Testamento sai três vezes essa palavra ‘Ark’. A arca de Noé que é citada em Gênesis também diz que é ‘Ark’, e em Êxodo capítulo 2, o cesto de junco onde Moisés foi colocado também diz que é ‘Ark’. Na época de Noé, o único lugar que não passava pelo julgamento de Deus, era na arca que estava pintada de betume por dentro e por fora.

E quando Faraó disse para matar todos os meninos Hebreus recém nascidos, os pais de Moisés o criaram escondido e não podendo escondê-lo por mais tempo, largaram no rio Nilo, e o cesto de junco onde o menino foi colocado era pintado de betume. (O nome ‘Moisés’, significa ‘resgate’, isto é, significa ‘salvação’.) Quanto a ela se chamar ‘Ark’, há uma coisa em comum das ‘Ark’ é que tem uma profunda relação com a salvação.”

A Arca do Testemunho media 113 cm (3.7 pés) em seu comprimento, 68 cm (2.2 pés) em sua largura, e 68 cm (2.2 pés) em sua altura, era feita de madeira de acácia e revestida com ouro puro. Dentro desta Arca, existiam duas tábuas de pedra gravadas com os Dez Mandamentos de Deus e um pote de ouro com maná, e a vara brotada de Arão.

O propiciatório, que estava na Arca, era somente feito de ouro puro. E em suas laterais, estava dois querubins com suas asas esticadas cobrindo a tampa da Arca – que é, o propiciatório – e o querubim mantinha sua face em direção para o propiciatório. O propiciatório é onde o Deus entrega Sua graça àqueles que vêm a Ele pela fé.

Quatro argolas de ouro eram colocadas em cada canto da Arca. Duas argolas de ouro eram distribuídas para cada lado, e as varas pólos eram colocadas dentro dessas argolas de forma que a Arca podia ser carregada. Essas varas eram feitas de madeira de acácia e revestidas com ouro. Colocando as varas dentro dos dois anéis de um lado e os outros dois anéis no outro lado, Deus sabia que duas pessoas podiam erguer e levar isto. E nosso Senhor disse, “eu encontrarei você neste propiciatório.”

Embora a arca construída acácia que não servisse para nada, mas tem todas as condições em que Deus possa habitar no meio do povo de Israel. Da mesma forma, quando olhamos superficialmente para Jesus Cristo, embora Ele não tenha nenhum atrativo, Ele tem o poder de resolver todos os pecados a fim de que Deus não sinta falta de nada ao Se encontrar conosco.

Assim como o povo de Israel obteve a vitória nas guerras por levarem a arca do testemunho, se Jesus Cristo estiver junto de nós, podemos ganhar qualquer batalha contra Satanás.

Em outras palavras, embora a arca seja um cesto sem forma, tanto como a arca de Noé ou o cesto de junco de Moisés, representa o Senhor da ‘salvação’, isto é, Jesus Cristo. A arca representa a Jesus Cristo que tem o misterioso poder de lavar todos os nossos pecados a fim de que não falte nada quando nos estabelecer diante de Deus.

Fica a Pergunta em Relação aos utensílios e ao tabernáculo no céu: “Se o céu é um lugar em que os pecadores não podem entrar, então porque construíram o tabernáculo no céu?”

É claro que no céu não existe pecador e nem cometem pecado, mas para poder conduzir muitas pessoas, foi necessário o tabernáculo. Vendo em Hebreus 9:11~12, está dizendo:

“Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.” Jesus ter sido pendurado bem no alto na cruz, significa-simboliza que Ele não morreu na terra e, sim no céu. Jesus obteve a eterna redenção aspergindo o seu próprio sangue no tabernáculo que está no céu.

Quando Deus realizou esta surpreendente salvação, Ele fez com que fosse realizado no propiciatório.

Sempre que o povo de Israel cometesse o pecado, tinham que ir para o altar que está no lugar Santo, e matando o cordeiro, tinham que passar o sangue no altar e assim o pecado deles eram remidos. No dia 10 do mês 7, no dia da remissão, não faziam no altar que ficava no lugar Santo e sim, o sumo sacerdote Arão entrava no lugar Santíssimo e remia todos os pecados do povo.

O sumo sacerdote Arão, entrava no lugar Santíssimo uma vez por ano e primeiro remia o seu próprio pecado e depois pegava o sangue do sacrifício pelo pecado do povo, entrava até o propiciatório e aspergia o sangue. Através desse sangue aspergido, todo o pecado do povo de Israel era remido.

Por aspergir o sangue em cima do propiciatório, os dois querubins que estendiam as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório e colocavam as faces voltadas uma para a outra, estavam na posição de observarem a remissão dos pecados no propiciatório. Embora esses dois querubins ocupassem uma posição tão boa, mas infelizmente, mesmo vendo o sangue sendo aspergido, eles não descobrem o segredo da salvação.

Embora o lugar Santíssimo que é a focalização do tabernáculo seja um lugar precioso e brilhante feito de ouro, mas a aparência da parte de fora do tabernáculo é como uma cortina que não tem decoração. Da mesma forma, Jesus Cristo também não tem nenhum atrativo externamente, mas ao conhecermos mais profundamente, podemos saber que Ele é como o tesouro agradável. Hoje em dia, tem muitas pessoas que lêem a Bíblia e vivem a vida de fé, mas sofrem no coração por não conhecerem a verdadeira vontade de Deus, e a Jesus.

Nós devemos conhecer a Jesus através da Bíblia e devemos perceber a verdadeira aparência Dele.

Portanto hoje, neste estudo nos atenhamos na Arca do Testemunho, ou Arca da Aliança:

A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos foram guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.

A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

Construção:

A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.

Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação.

Sobre a tampa, chamada Propiciatório , foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco, dum modo defensor e protetor. E se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração. (Êxodo 25:10-21; 37:7-9) Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

Foi colocado dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais.

Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

Função e simbologia:

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por Moisés ou algum sacerdote levita).

Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.

A Arca como instrumento de guerra:

A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã.

Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.

Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno:

Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.

Neste tempo, os filisteus vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.

Os filisteus tomaram a Arca como espóleo de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode.

A Bíblia diz que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorróidas, especificamente, além de um surto de ratos) assolaram a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filistéia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.

A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão:

No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de “oráculo”) de cedro, coberto de ouro. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.

Desaparecimento:

A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.

Em 587 a.C (ou [[607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.

Para os católicos e para alguns grupos de judeus que se utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceitos por protestantes, e nós evangélicos em geral.

Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma caverna (II MAC Cap. 2).

Porém Apocalipse 11:19 menciona a arca sendo vista no céu vejam:

“E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva.”

Seria isso então a resposta ao seu desaparecimento? Bom por hora continuemos esta questão histórica:

A busca pela Arca:

A Arca da Aliança desapareceu da narrativa bíblica depois do incêndio ao Templo.

Por isso, não há certezas de ela ainda existir ou da sua destruição.

Muitos historiadores acreditam que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prêmio pela conquista.

Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.

De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.

Corre uma estória entre alguns de que a Arca teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.

OK O Fato mais importante é que Deus fez os Israelitas levarem a Arca de Testemunho junto com o propiciatório colocando as varas na Arca. Isto significa que Deus nos quer para propagar o evangelho pelo mundo inteiro. O mesmo era verdade do altar de incenso – que é, argolas também foram colocados em ambos seus lados, varas eram postas nessas argolas, e duas pessoas foram colocadas para levar o altar.

Pelo sangue que era desta forma aspergido, Deus encontrava os Israelitas e dava a eles a bênção da remissão de pecado.

Era a graça de Deus sobre os Israelitas que Ele tinha estabelecido o sistema de sacrifício. Com a imposição de mãos no animal de sacrifício e seu sangue, Deus tinha justamente eliminado seus pecados e dado a eles Sua misericórdia, a remissão de seus pecados pela graça.

“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.”

João 4:23

Autor: Rodrigo M. de Oliveira






Este artigo foi escrito em sábado, julho 25th, 2009 e armazenado em Estudos e Mensagens. Você pode acompanhar as respostas para este post através do RSS 2.0 feed. Você pode comentar, ou deixar trackback de seu site.

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